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Posted: April 4, 2018 in secult_

MAM realiza ‘Recital Bo Bardi, Villa e Volpi’
Evento com o violonista Mário Ulloa acontece na quarta-feira, às 20h

Integrando as atividades ligadas à Exposição Volpi, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) promove nesta quarta-feira (04), às 20h, o Recital Bo Bardi, Villa e Volpi’, uma apresentação do violonista Mário Ulloa com repertório de obras de Villa Lobos.

A Bahia e Volpi flertam desde a década de quarenta. Em 1949, com a participação do 1º Salão Baiano de Belas Artes, posteriormente em 1954, com a exposição individual, e depois em 1966, em sala especial na 1ª Bienal da Bahia. Tudo pontuado pelo crítico de arte Theon Spanudis.

A exposição de Alfredo Volpi marca um momento importante para o MAM. Além das reformas já iniciadas, o museu tem trabalhado com o propósito de reforçar sua posição como lugar de difusão e incentivo à produção das artes visuais da Bahia. O MAM busca articular um programa de intercâmbio com artistas, curadores e museus, nacionais e internacionais, fortalecendo o circuito das artes visuais.

O MAM realiza a exposição em parceria com as galerias Almeida & Dale, Paulo Paulo Darzé Galeria, aos colecionadores, a Ladi Biezus e ao Instituto Volpi.
SERVIÇO
‘RECITAL Bo Bardi, Villa e Volpi’
Quando: 04 de Abril
Onde: MAM
Horário: 20h
Entrada gratuita
02/04/2018
Assessoria de Comunicação – Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA
Telefone: (71) 3103-3442 / 3452
Email: ascom@cultura.ba.gov.br
http://www.cultura.ba.gov.br | http://www.facebook.com/secultba
http://www.flickr.com/photos/secultba | http://www.twitter.com/SecultBA

Exibindo RECITAL NO MAMBo Bardi, Villa e Volpi.Um violão do Ulloa no MAM..jpg

 

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Posted: April 4, 2018 in agestado_estadao

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RELIGIÃO LITURGIA DIÁRIA                                                                                          _
Dia 4 de Abril – Quarta-feira
OITAVA DA PÁSCOA
(Branco, Glória, Prefácio da Páscoa I – Ofício Próprio)

Antífona de Entrada
Vinde, benditos de meu Pai: tomai posse do reino preparado para vós desde o princípio do mundo, aleluia! (Mt 25,34)

Oração do dia
Ó Deus, que nos alegrais todos os anos com a solenidade da ressurreição do Senhor, concedei-nos, pelas festas que celebramos nesta vida, chegar às eternas alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 3,1-10)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias, 3 1 Pedro e João iam subindo ao templo para rezar à hora nona.
2 Nisto levavam um homem que era coxo de nascença e que punham todos os dias à porta do templo, chamada Formosa, para que pedisse esmolas aos que entravam no templo.
3 Quando ele viu que Pedro e João iam entrando no templo, implorou a eles uma esmola.
4 Pedro fitou nele os olhos, como também João, e disse:” Olha para nós”.
5 Ele os olhou com atenção esperando receber deles alguma coisa.
6 Pedro, porém, disse: “Não tenho nem ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!”
7 E tomando-o pela mão direita, levantou-o. Imediatamente os pés e os tornozelos se lhe firmaram. De um salto pôs-se de pé e andava.
8 Entrou com eles no templo, caminhando, saltando e louvando a Deus.
9 Todo o povo o viu andar e louvar a Deus.
10 Reconheceram ser o mesmo coxo que se sentava para mendigar à porta Formosa do templo, e encheram-se de espanto e pasmo pelo que lhe tinha acontecido.
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial 104/105
Exulte o coração dos que buscam o Senhor.
Dai graças ao Senhor, gritai seu nome,
anunciai entre as nações seus grandes feitos!
Cantai, entoai salmos para ele,
publicai todas as suas maravilhas!

Gloriai-vos em seu nome que é santo,
exulte o coração que busca a Deus!
Procurai o Senhor Deus e seu poder,
buscai constantemente a sua face!

Descendentes de Abraão, seu servidor,
e filhos de Jacó, seu escolhido,
ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus,
vigoram suas leis em toda a terra.

Ele sempre se recorda da aliança,
promulgada a incontáveis gerações;
da aliança que ele fez com Abraão
e do seu santo juramento a Isaac.

Evangelho (Lucas 24,13-35)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos! (Sl 117)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
24 13 Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios.
14 Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado.
15 Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles.
16 Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram.
17 Perguntou-lhes, então: “De que estais falando pelo caminho, e por que estais tristes?”
18 Um deles, chamado Cléofas, respondeu-lhe: “És tu acaso o único forasteiro em Jerusalém que não sabe o que nela aconteceu estes dias?”
19 Perguntou-lhes ele: “Que foi?” Disseram: “A respeito de Jesus de Nazaré. Era um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo.
20 Os nossos sumos sacerdotes e os nossos magistrados o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.
21 Nós esperávamos que fosse ele quem havia de restaurar Israel e agora, além de tudo isto, é hoje o terceiro dia que essas coisas sucederam.
22 É verdade que algumas mulheres dentre nós nos alarmaram. Elas foram ao sepulcro, antes do nascer do sol;
23 e não tendo achado o seu corpo, voltaram, dizendo que tiveram uma visão de anjos, os quais asseguravam que está vivo.
24 Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam assim como as mulheres tinham dito, mas a ele mesmo não viram”.
25 Jesus lhes disse: “Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas!
26 Porventura não era necessário que Cristo sofresse essas coisas e assim entrasse na sua glória?”
27 E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava dito em todas as Escrituras.
28 Aproximaram-se da aldeia para onde iam e ele fez como se quisesse passar adiante.
29 Mas eles forçaram-no a parar: “Fica conosco, já é tarde e já declina o dia”. Entrou então com eles.
30 Aconteceu que, estando sentado conjuntamente à mesa, ele tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e serviu-lho.
31 Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram mas ele desapareceu.
32 Diziam então um para o outro: “Não se nos abrasava o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?”
33 Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Aí acharam reunidos os Onze e os que com eles estavam.
34 Todos diziam: “O Senhor ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão”.
35 Eles, por sua parte, contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão.
Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho
A FRUSTRAÇÃO SUPERADA
A crucifixão de Jesus foi um duro golpe para a comunidade cristã. Com ela, vieram abaixo os projetos de libertação, carinhosamente acalentados pelos discípulos. As palavras e as ações do Mestre pareciam dignas de fé. Seu modo de ser tinha algo de especial, bem diferente do que até então se tinha visto. Sua morte na cruz, no entanto, deixou, nos discípulos, o sabor da frustração e da desilusão!
Foi preciso que o Ressuscitado os chamasse à realidade. Eles não estavam dispensados da missão. Por conseguinte, não havia motivo para se dispersarem e voltarem para sua cidade de origem, uma vez que tinham, diante de si, um mundo a ser evangelizado. Era insensato cultivar sentimentos de morte, quando a vida já havia despontado e se fazia presente no Ressuscitado. Por que fixar-se no aspecto negativo da vida, já que a realidade vai muito além?
Os discípulos de Emaús retratam os cristãos desiludidos de todos os tempos, uma vez que não acreditam na possibilidade de se criar um mundo fraterno. São os pessimistas, centrados em si mesmos, incapazes de projetar-se para além dos próprios horizontes. Ou seja, são cristãos nos quais a ressurreição ainda não produziu frutos.
Só a descoberta do Ressuscitado permite ao cristão superar os reveses da vida. Aí então, ele se dará conta de que, apesar da cruz, vale a pena somar esforços para construir o Reino.
Oração
Espírito de otimismo, abre meus olhos para que eu perceba a presença do Ressuscitado junto de mim, e assim, reencontre a razão de viver.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Deus, este sacrifício da redenção humana, para que ele nos reconcilie convosco e nos conceda salvação nesta vida e na outra. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Os discípulos reconheceram o Senhor Jesus ao partir o pão, aleluia! (Lc 24,35)
Depois da Comunhão
Purificados da antiga culpa, nós vos pedimos, ó Deus, que a comunhão no sacramento do vosso Filho nos transforme em nova criatura. Por Cristo, nosso Senhor.

culttura -premiado

Posted: April 2, 2018 in secult_

Ascom Cultura

Anexos13:46 (Há 1 hora)

paPremiado na “19ª Mostra de Cinema de Tiradentes”, Tropykaos estreia em Salvador

Longa com elementos de realismo fantástico chega às telonas. Projeto é financiado pelo Fundo de Cultura

Estreia em Salvador na próxima quinta-feira (05 de abril), “Tropykaos”, do diretor e roteirista Daniel Lisboa. O filme conta a história de Guima, um jovem poeta em crise, vivido pelo ator Gabriel Pardal, que não consegue escrever seu livro de poesias e luta contra uma doença desconhecida causada pelo sol escaldante de sua cidade, Salvador. “Tropykaos” fica em cartaz no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, horários das sessões devem ser consultados na programação do cinema.

No filme, o sol é a metáfora da opressão que está por toda parte: no ar-condicionado, nos topos dos prédios que sufocam as ruas, no suor das praias lotadas, nas estruturas de poder. O filme se passa em uma cidade em pleno verão, com praias e ruas lotadas, véspera de carnaval, onde o poeta enfermo não consegue mais se encaixar e conviver com o que chama de “ultraviolência solar”.

“Tropykaos” é um filme delírio, o real está distorcido na mente do seu protagonista. Guima carrega seus fantasmas, ele é seu próprio inimigo. Já a cidade acontece normalmente e assim é documentada. Mesmo impregnada de contradições ela aguarda ansiosa o próximo carnaval. O sol não é um problema para ela, nem para os que nela vivem, pelo contrário, todos estão a caminho da praia para desfrutar o caloroso verão. A tal “ultraviolência solar” é uma criação do desespero, do desencaixe, do nosso jovem poeta. O sol de Guima nasce dentro de seu peito por isso é insuportável.

O elenco é formado por Gabriel Pardal, Manu Santiago, Edgar Navarro, Dellani Lima, Bertrand Duarte e tem ainda a participação especial de Fabrício Boliveira. O filme, distribuído pela Pipa Produções, fará sua estreia em Salvador, cidade natal do diretor no dia 5 de abril, seguindo nas semanas seguintes para Rio de Janeiro, Aracaju, São Paulo, Porto Alegre e Fortaleza.

Filmado em 2013 e lançado em 2015 pela Cavalo do Cão Filmes, produtora que desde sua fundação em 2002 vem acumulando boas críticas e prêmios, “Tropykaos” arrebatou o Prêmio Transições na “19ª Mostra de Cinema de Tiradentes” e teve todas as cenas gravadas em Salvador, principalmente no centro da cidade, Comércio e Cidade Baixa.

O filme foi contemplado em diversos espaços internacionais e editais ainda em processo de produção como no Produire au sud (2011), no Laboratório de Roteiros do Festival de Havana, no Curso de Cinema da Funciona Carolina, na Casa de América de Madrid (2012), e no Prêmio do Concurso de Desenvolvimento de Projetos do Ibermedia (2013).

Financiado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio do Fundo de Cultura, e pela Petrobras, o diretor Daniel Lisboa selecionou uma equipe técnica excepcional para a fase de produção e, desde 2015, o filme participa de diversos festivais, ganhando o prêmio Transições na “19ª Mostra de Cinema de Tiradentes”.

“Acreditamos no potencial de ‘Tropykaos’ como uma obra que difere em sua proposta estética e temática da maioria dos filmes produzidos neste momento no país. Apostamos na realidade fantástica para abordar as questões de uma cidade complexa como Salvador, apontando para a existência de diversas cidades dentro de uma só”, conclui Daniel Lisboa.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

DURAÇÃO – 82 minutos
ANO –  2015
DIREÇÃO – DANIEL LISBOA
PRODUÇÃO EXECUTIVA – TENILLE BEZERRA
ROTEIRO– DANIEL LISBOA E GUILHERME SARMIENTO
FOTOGRAFIA – PEDRO URANO
MONTAGEM – EVA RANDOLPH E DANIEL LISBOA
DIREÇÃO DE ARTE – LUÍS PARRAS
ELENCO – GABRIEL PARDAL, MANU SANTIAGO, DELLANI LIMA, EDGARD NAVARRO, BERTRAND DUARTE, JÚLIO CESAR MELLO, FABRICIO BOLIVEIRA
TRILHA – LUCAS SANTTANA E  GILBERTO MONTE
FESTIVAIS
39ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO
XI PANORAMA INTERNACIONAL COISA DE CINEMA
15º JANELA INTERNACIONAL DE CINEMA DO RECIFE
VII SEMANA DOS REALIZADORES RJ
19ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
15º MOSTRA DO FILME LIVRE
FECIBA 6 – FESTIVAL DE CINEMA BAIANO
PRÊMIOS
MELHOR FILME MOSTRA TRANSIÇÕES 19ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
SERVIÇO
Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha – Praça Castro Alves, s/n, no Centro.
02/04/2018
Assessoria de Comunicação – SecultBA
(71) 3103-3442 (71) 3103-3452 (71) 99983-5278
http://plugcultura.wordpress.com
http://www.flickr.com/photos/secultba/

http://www.cultura.ba.gov.br
====================================
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
Gabinete da Secretária – Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n – Centro CEP: 40.020-010 – Salvador, Bahia]

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Desperte, homem comum

Posted: March 16, 2018 in Uncategorized

Share Button Pedro Augusto Pinho*

Em 1946, Wilhelm Reich, médico austríaco, seguidor de Freud, escreveu  “Discurso ao homem comum” (Rede an den kleinen Mann). No Brasil foi traduzido por Waldéa Barcellos, para Martins Fontes, com o título “Escute, Zé Ninguém” (2ª edição em 2007).

Reich, nascido em 1897, viu surgir o nazismo. E, como profundo estudioso da mente humana, entendeu que este bárbaro pensamento político nascia na própria incompreensão individual e, talvez remetendo ao título da célebre obra do filósofo J.G. Fichte (Discursos à Nação Alemã – Reden an die deutsche Nation), tenha se dirigido não às elites mais ao Zé Ninguém, a todos nós.

Vivemos hoje, no Brasil, tal estado de mistificação, tão grande farsa no domínio da compreensão social e humana, que não nos escandaliza uma empresa de petróleo inglesa vir ditar, sem subterfúgios, os procedimentos que o executivo e o judiciário pátrios devam adotar para que seus lucros sejam maximizados.

Ao mesmo tempo, idiotas, midiaticamente empurrados como cordeiros, nos apavoramos com venezuelanos, talvez inexistentes, que estejam invadindo o norte do Brasil (!). Inexistentes pois são fruto da prática conspiratória, como as armas químicas iraquianas e tantas mentiras que o poder divulga entre os povos.

A classe média tem contornos difíceis – pois não se caracteriza apenas pela economia, nem pelo grau de instrução, nem por qualquer parâmetro social, político ou intelectual – no entanto, nunca foi identificada pela sagacidade com que identifica os fenômenos civilizatórios. Sempre correu, como manada, atrás de quem lhe acenasse com um bombom. Isto mesmo, muito pouco.

No facebook, li frase significativa: a classe média está a 5 mil reais da classe que ela menospreza e a 5 milhões da classe que ela lambe as botas.

O modelo político no qual vivemos ajuda muito ao Poder na farsa, na fantasia democrática que nos quer impingir.

Não farei análise dos 35 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na verdade eles poderiam ser resumidos a três, quatro, quando muito cinco, como pretendo demonstrar. Nem há tamanha divergência de interesses nem filosofias a serem seguidas, nem ideologias do poder. Basicamente temos o interesse ou desinteresse na questão nacional, a prioridade na atendimento da elite ou no atendimento do povo e, talvez, algumas discrepâncias operacionais.

E por que tantos? Para criar a mistificação democrática e ter a mesma pregação colonial partindo de várias fontes, com vários discursos, vários argumentos na certeza de que um lhe impressionará. E deste modo você estará ajudando a destruir seu País, a enfraquecê-lo, a humilhá-lo, pensando que combate, por exemplo, a corrupção.

Começo pelo partido que representa os interesses da escravidão e do latifúndio, os mais antigos no Brasil, que muda sistematicamente de nome e hoje se identifica pela sigla DEM (Democratas).

Idênticos interesses nesta escravidão física e mental, no rentismo não tributado estão os denominados evangélicos. Nunca a palavra de Cristo esteve tão longe das práticas destes pastores políticos e argentários. Sua pregação moralista não encontra eco nas suas próprias condutas e na de seus dirigentes.

O mais rico destes é o da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), do Bispo Macedo, de seu sobrinho, Prefeito e Bispo Crivella, que construiu um império midiático de televisão, rádio e imprensa. Tem a sigla PRB (Partido Republicano Brasileiro). São seus congêneres: PSC (Partido Social Cristão), PSDC (Partido Social Democrata Cristão), PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro).

Neste conjunto, do mais profundo atraso social e político, enumeraríamos as denominadas legendas de aluguel. Elas poderiam servir a qualquer um, mas atendem principalmente aos melhores pagantes, que estão nestes proprietários financeiros e fundiários e nos capitais alienígenas.

Um segundo grupo agrega os representantes dos interesses estrangeiros no Brasil. Tem como principal representante o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), e como acólitos o PPS (Partido Popular Socialista), o PP (Partido Progressista) o PSD (Partido Social Democrático), a REDE (Rede Sustentabilidade) e o SD (Solidariedade). Desculpe-me se esqueci algum. Pois muitas vezes aqueles que se dizem defensores da ecologia, da preservação da natureza, apenas querem evitar a industrialização do Brasil, mantendo-nos sem soberania econômica e tecnológica.

Outra característica maior, além da defesa dos interesses estrangeiro, é o combate ao Estado. Apresentam-se como neoliberais, a ideologia da banca (sistema financeiro internacional). Também abrigam siglas de aluguel.

Há um partido tão desfigurado, tão política e ideologicamente disforme que pode, como efetivamente o faz, abrigar escravistas, entreguistas, populistas e até nacionalistas e democratas. É um partido bonde ou, em melhor designação latina, ônibus (omnibus, de todos ou com todos). É o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro). Não é o caso de justificá-lo pela sua formação, mas inquirir como se manteve assim após a constituição de 1988.

O terceiro grupo é muito diversificado, mas tem em comum a oposição formal aos grupos já apresentados. Ao designar formal sua oposição, mostro sua fragilidade em constituir o maior partido brasileiro; suas hesitações, suas inseguranças, seus receios de retrocesso. Esquecem que a falência das privatizações, nos períodos FHC, eram respondidas com “tem que aprofundar mais” e continuavam privatizando. Já foram dados tantos passos atrás que nenhum mais é possível.

Como representantes dos interesses da soberania nacional (soberania social, econômica, tecnológica e política), da construção da cidadania, dos benefícios para a maioria da população, eles deveriam, não tivéssemos o sistema político tão fraudulento, obter maior adesão popular.

Admito, sem conhecer, que haja neste grupo também suas siglas de aluguel. Mas o que, a meu ver, mais dificulta é, no afã de alistar pessoas, não ser seletivo quanto aos valores e consistência da convicção dos candidatos.

A relevância desta seleção não se aplica aos dois grupos inicialmente enunciados, pois seus objetivos não são nacionais nem os do povo brasileiro. Naqueles  partidos estão concentrados os mais corruptos políticos brasileiros.

Cabe uma consideração sobre a corrupção na política, em todo e qualquer sistema e local. Política e corrupção andam juntas desde a Roma antiga. Ou não teria existido Brutus. E corrupção não é apenas colocar no seu bolso privado, ilicitamente, o dinheiro público. Corrupção são mordomias, vantagens de classe ou individuais, e principalmente advogar, no governo, interesses particulares e, pior, dos estrangeiros.

Ao assumir uma função pública, é o interesse de todos, do País, da população nacional que deve prevalecer. É uma disfunção que a democracia parlamentar burguesa trás em sua constituição: a representatividade da parte, o bairrismo, o corporativismo.

A idealização de partidos sem ideologia, representando distritos, é a exacerbação deste erro. Todo partido deveria ter clara e obrigatória sua definição filosófica, social, econômica, política, ideológica. O único acerto é termos apenas partidos nacionais e não estaduais como na República Velha.

O maior partido do último conjunto é o Partido dos Trabalhadores (PT), adiciono o PDT (Partido Democrático Trabalhista), o PCdoB (Partido Comunista do Brasil), o PMN (Partido da Mobilização Nacional), o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados), o PCB (Partido Comunista Brasileiro), o PCO (Partido da Causa Operária), o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) e o PPL (Partido Pátria Livre). Talvez esteja omitindo algum que ainda não pode se apresentar aos eleitores.

O economista Ranulfo Vidigal, analista percuciente, no Monitor Mercantil escreveu: “nas diferentes alas de nossa escola de samba eleitoral em 2018, temos a ala progressista, antiglobalização e ambientalista com forte presença nas universidades e na mídia. Outra ala na esquerda é o segmento antiimperialista, que busca a superação do processo de exploração capitalista” (Começou o jogo eleitoral, 23/02/2018).

Efetivamente, neste grupo de partidos existem aqueles que dão mais atenção às denominadas questões sociais e os que dão às questões nacionais.

As Forças Armadas (FFAA) tem hesitado, hoje e ao longo da nossa história, a lutar pela soberania brasileira – tenho convicção, não prova, que foram também, como todos nós, vítimas da pedagogia colonial – e, desde o empoderamento da banca, muitos de seus quadros deixaram-se dominar pelo canto da sereia do neoliberalismo. Elas não tem mostrado clareza quanto a distinguir os interesses da banca e os do País. O desmonte da Petrobrás e a entrega do pré-sal são um exemplo. As decisões arbitrárias nefastas à engenharia brasileira pela Lava Jato, outro exemplo.

Voltemos ao tema de Reich. Está o homem comum capaz de encontrar seu lugar?  Ele tão simplesmente e apenas letrado, que não teve oportunidade, nem a escola lhe propiciou, do letramento social? Que em tal descaracterização política, como que nos impõe a atual legislação,  saiba defender seu País, sua família, sua vida?

Proponho, sem qualquer qualificação que não seja de um brasileiro que coloca seu País acima de tudo, que as forças nacionalistas, estejam à direita ou à esquerda do espectro político, unam-se às populares para derrotar o atraso e o entreguismo, cujos partidos que os representam enunciei.

Pela paz, pela unidade nacional, pela urgente reforma política e pela educação libertadora!

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

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SEPLANNotícias  Bahia exibiu saldo positivo de 5.547 postos de trabalho em janeiro
Crédito: Carol Garcia /GOVBA

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a Bahia gerou 5.547 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2018. O resultado positivo decorre da diferença entre 48.484 admissões e 42.937 desligamentos.

Após eliminação líquida de 145, 1.187 e 2.872 postos de trabalho nos meses de janeiro dos anos imediatamente anteriores, a Bahia exibiu registro positivo. O saldo de janeiro de 2018 foi maior que o resultado de dezembro, quando 12.457 postos de trabalho foram suprimidos, sem as declarações fora do prazo.

Setorialmente, em janeiro, cinco segmentos contabilizaram saldos positivos: Serviços (+3.685 postos), Construção Civil (+1.369 postos), Indústria de Transformação (+687 postos), Agropecuária (+476 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+126 postos). Comércio (-770 postos), Administração Pública (-14 postos) e Extrativa Mineral (-12 postos) eliminaram posições de trabalho com carteira assinada.

Análise regional – Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+5.547 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a oitava dentre os estados brasileiros em janeiro de 2018. No Nordeste, além da Bahia, apenas o Ceará (+1.653) registrou saldo positivo. Todos os outros sete estados da região apresentaram desempenho negativo no primeiro mês do ano: Pernambuco (-4.837 postos), Paraíba (-3.255 postos), Alagoas (-2.189 postos), Piauí (-941 postos), Sergipe (-788 postos), Rio Grande do Norte (-639 postos) e Maranhão (-586 postos).

Análise RMS e Interior – Analisando-se os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos no estado em janeiro de 2018, constata-se ganho de emprego na RMS e no interior. De forma mais precisa, enquanto na RMS foram criados 2.100 postos de trabalho no primeiro mês do ano, no interior foram geradas 3.447 posições celetistas.

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Religião Liturgia Diáriadtl -'liturgia & homilia _
Dia 13 de Março – Terça-feira
IV SEMANA DA QUARESMA
(Roxo – Ofício do Dia)

Antífona de Entrada
Vós, que tendes sede, vinde às águas; vós que não tendes com que pagar, vinde e bebei com alegria (Is 55,1).

Oração do dia
Ó Deus, que a fiel observância dos exercícios quaresmais prepare o coração dos vossos filhos e filhas para acolher com amor o mistério pascal e anunciar ao mundo a salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Ezequiel 47,1-9.12)
Leitura da profecia de Ezequiel.
Naqueles dias, 47 1 o anjo conduziu-me então à entrada do templo. Eis que águas jorravam de sob o limiar do edifício, em direção ao oriente (porque a fachada do templo olhava para o oriente). Essa água escorria por baixo do lado direito do templo, ao sul do altar.
2 Fez-me sair pela porta do norte e contornar o templo do lado de fora até o pórtico exterior oriental; eu vi a água brotar do lado sul.
3 O homem foi para o oriente com uma corda na mão: mediu mil côvados; a seguir fez-me passar na água, que me chegou até os tornozelos. Mediu ainda mil côvados e me fez atravessar a água, que me subiu até os joelhos.
4 Mediu de novo mil côvados e fez-me atravessar a água, que me subiu até os quadris.
5 Mediu, enfim, mil côvados; e era uma torrente que eu não podia atravessar, de tal modo as águas tinham crescido! E era preciso nadar, era um curso de água que não se podia passar (a vau).
6 “Viste, filho do homem?” – falou-me, e me levou ao outro lado da torrente.
7 Ora, retornando, avistei nas duas margens da torrente uma grande quantidade de árvores.
8 “Essas águas”, disse-me ele, “dirigem-se para a parte oriental, elas descem à planície do Jordão; elas se lançarão no mar, de sorte que suas águas se tornarão mais saudáveis.
9 Em toda parte aonde chegar a corrente, todo animal que se move na água poderá viver, e haverá lá grande quantidade de peixes. Tudo o que essa água atingir se tornará são e saudável e em toda parte aonde chegar a torrente haverá vida.
12 Ao longo da torrente, em cada uma de suas margens, crescerão árvores frutíferas de toda espécie, e sua folhagem não murchará, e não cessarão jamais de dar frutos: todos os meses frutos novos, porque essas águas vêm do santuário. Seus frutos serão comestíveis e suas folhas servirão de remédio”.
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial 45/46
Conosco está o Senhor do universo!
O nosso refúgio é o Deus de Jacó.

O Senhor para nós é refúgio e vigor,
sempre pronto, mostrou-se um socorro na angústia;
assim não tememos se a terra estremece,
se os montes desabam, caindo nos mares.

Os braços de um rio vêm trazer alegria
à cidade de Deus, à morada do Altíssimo.
Quem a pode abalar? Deus está no seu meio!
Já bem antes da aurora, ele vem ajudá-la.

Conosco está o Senhor do universo!
O nosso refúgio é o Deus de Jacó!
Vinde ver, contemplai os prodígios de Deus
e a obra estupenda que fez no universo.

Evangelho (João 5,1-16)
Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos!
Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo! (Sl 50,12.14)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
5 1 Depois disso, houve uma festa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
2 Há em Jerusalém, junto à porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, que tem cinco pórticos.
3 Nestes pórticos jazia um grande número de enfermos, de cegos, de coxos e de paralíticos, que esperavam o movimento da água.
4 De fato, um anjo descia, de vez em quando, e movimentava a água da piscina, e o primeiro doente que aí entrasse, depois do borbulhar da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse.
5 Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos.
6 Vendo-o deitado e sabendo que já havia muito tempo que estava enfermo, perguntou-lhe Jesus: “Queres ficar curado?”
7 O enfermo respondeu-lhe: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; enquanto vou, já outro desceu antes de mim”.
8 Ordenou-lhe Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”.
9 No mesmo instante, aquele homem ficou curado, tomou o seu leito e foi andando. Ora, aquele dia era sábado.
10 E os judeus diziam ao homem curado: “É sábado, não te é permitido carregar o teu leito”.
11 Respondeu-lhes ele: “Aquele que me curou disse: Toma o teu leito e anda”.
12 Perguntaram-lhe eles: “Quem é o homem que te disse: ´Toma o teu leito e anda?´”
13 O que havia sido curado, porém, não sabia quem era, porque Jesus se havia retirado da multidão que estava naquele lugar.
14 Mais tarde, Jesus o achou no templo e lhe disse: “Eis que ficaste são; já não peques, para não te acontecer coisa pior”.
15 Aquele homem foi então contar aos judeus que fora Jesus quem o havia curado.
16 Por esse motivo, os judeus perseguiam Jesus, porque fazia esses milagres no dia de sábado.
Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho
UM GESTO SOLIDÁRIO
Traço característico da ação de Jesus foi sua solidariedade com os excluídos. Ele foi extremamente sensível com os marginalizados da vida social e religiosa. Os doentes eram uma destas categorias. Naquele tempo, a doença era considerada como castigo de Deus por possíveis pecados cometidos. Sendo assim, suas vítimas eram impedidas de participar das liturgias do templo, e mesmo mantidas longe do espaço sagrado e do ambiente social.
Ao chegar na Cidade Santa, Jesus dirigiu-se ao lugar onde se concentrava um grande número de doentes: a piscina de Betesda. Aí permaneciam à espera que as águas da piscina borbulhassem, para, ao contato com elas, conseguir a cura.. Entre eles, estava um doente que talvez fosse o mais excluído de todos. Havia 38 anos, esperava que alguém lhe fizesse a caridade de aproximá-lo das águas, quando se pusessem a borbulhar. Outros menos afetados pela doença e talvez com a ajuda alheia, chegavam antes dele. Foi precisamente ele, o paralítico, o escolhido por Jesus para ser objeto de sua misericórdia. Com uma só palavra, o Mestre o curou.
Contudo, o miraculado não percebeu a animosidade dos judeus contra Jesus. Estes estavam à procura de um pretexto para eliminar o Mestre. Foi o próprio homem, que tinha sido curado, quem apresentou-lhes um: Jesus o havia curado em dia de sábado.

Oração
Senhor Jesus, és solidário com os excluídos e te manifestaste como senhor da vida. Que também eu seja solidário com os marginalizados da sociedade.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
Sobre as Oferendas
Nós vos oferecemos, ó Deus, os dons que nos destes para que estes sinais que manifestam vossa solicitude para conosco nesta vida sejam remédio para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
O Senhor é meu pastor, nada me falta; em verdes pastagens me faz repousar. Ele me leva até águas tranqüilas e refaz as minhas forças (Sl 22,1s).
Depois da Comunhão
Ó Deus de bondade, purificai-nos e renovai-nos pelo sacramento que recebemos, de modo que sejamos auxiliados hoje e por toda a nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.