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António Nóvoa é o convidado de estreia do programaExibindo Novoa-Coimbra2016.jpg
Educar em Rede – Diálogos

Educador português participa do lançamento da série de diálogos com notáveis, que marca a celebração dos 20 anos do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – ICEP

O Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – ICEP lança o primeiro encontro da série / Programa Educar em Rede – Diálogos, com o educador português António Nóvoa. Dias 07 e 08 de julho, educadores de todo o país participam desses encontros, que acontecerão em Salvador-BA e no município de Seabra-BA (Chapada Diamantina), com um dos maiores pensadores da educação na atualidade, autor de mais de duas centenas de trabalhos científicos na área de História e Educação.

Em Salvador, o evento acontecerá no Sheraton da Bahia Hotel, dia 07 de julho, e em Seabra, na Chapada, ocorrerá em parceria com o campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), dia 08 de julho. A ação Educar em Rede – Diálogos faz parte das comemorações dos 20 anos do ICEP e integra o programa de disseminação de conhecimento em educação do Instituto. “Estrear essa série de encontros com António Nóvoa é um privilégio”, afirma a Diretora Pedagógica do ICEP, Elisabete Monteiro.

Doutor em Educação pela Universidade de Genebra, Nóvoa é reitor honorário da Universidade de Lisboa e professor convidado em Colúmbia (Estados Unidos), Oxford (Inglaterra), Paris 5 (França). Ele coleciona condecorações, como a da Ordem do Rio Branco, do Brasil. Dono de um pensamento crítico apurado e atento aos desafios do mundo da educação na contemporaneidade, Nóvoa é membro do conselho consultivo do ICEP.

Tecnologia e Inovação Social pela Educação

O Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (ICEP) é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para tornar realidade o sonho do acesso universal à educação pública de qualidade. Sua atuação tem como princípio um modelo inovador enquanto tecnologia social, desenvolvido pelo próprio instituto e batizado como Territórios Colaborativos pela Educação. Todo o conjunto de profissionais da educação – além de pais, estudantes e representantes da sociedade civil – são envolvidos na busca das transformações desejadas para a melhoria do sistema educacional das regiões em que o ICEP atua.

ICEP em Números – 2016
§ 1.624 Escolas
§ 172.725 Estudantes
§ 10.159 Professores
§ 1.092 Coordenadores Pedagógicos
§ 1.906 Gestores Escolares
§ 96 Diretores Pedagógicos
§ 81 Supervisores Técnicos
§ 630 Membros das Comissões de Avaliação das Políticas Educacionais
Serviço
Educar em Rede – Diálogos | com António Nóvoa
07/julho – Salvador-BA, das 9h às 12h, no Sheraton da Bahia Hotel.
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1537 – Campo Grande.
08/julho – Seabra-BA, das 9h às 12h, Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, no campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
Endereço: R. Padre Justiniano Costa.
Investimento: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)
Inscrições e informações: institutochapada@institutochapada.org.br
Informações à imprensa:
Núbia Cristina
Analista de Comunicação – ICEP
(71) 3052-0901/ 99197-7494
Email: nubiacristina@institutochapada.org.br
Área de anexos


Prêmio Estácio de Jornalismo abre inscrições para a sua sétima edição
Premiação distribuirá um total de R$ 125 mil entre as melhores reportagens veiculadas nas mídias de rádio, TV, impresso e internet

Salvador, 11 de abril de 2017 – A Estácio, uma das maiores instituições de Ensino Superior do Brasil, lança o Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2017, que escolherá as melhores reportagens veiculadas no país sobre Ensino Superior. Criado em 2011, o Prêmio Estácio de Jornalismo tem o objetivo de fomentar a produção pela imprensa de matérias jornalísticas que abordem o ensino superior no Brasil, de forma a ampliar o debate e a importância do tema para a transformação do país.
O prêmio é hoje o único em nível nacional dedicado exclusivamente a esta temática. Jornalistas e profissionais de imprensa de todo o Brasil podem concorrer nas mídias TV, Rádio, Internet e Impresso, tanto na modalidade Nacional, quanto na Regional. São elegíveis reportagens que tenham sido publicadas ou veiculadas pela primeira vez entre 11 de junho de 2016 e 10 de junho de 2017.
Desde sua criação, o Prêmio Estácio de Jornalismo vem demonstrando um crescimento expressivo na quantidade de reportagens inscritas e na qualidade dos conteúdos produzidos pelos jornalistas. Até o momento, o prêmio registrou a participação de mais de 1.000 jornalistas e profissionais de imprensa, que inscreveram mais de 1.400 reportagens veiculadas em 25 estados e no Distrito Federal.  Foram mais de 100 premiados, entre concorrentes individuais e equipes, desde 2011.
INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO
Para facilitar o processo de cadastro das reportagens, o prêmio conta com uma plataforma online de inscrição. O acesso poderá ser feito pelo site www.premioestaciodejornalismo.com.br . É possível fazer o upload de matérias via plataforma, ou seja, sem necessidade de ter que enviar o material pelo correio. Na edição 2016, 100% das reportagens foram encaminhadas por meio da plataforma de inscrição online, mostrando que além de prático, o processo é seguro e rápido. Mas aqueles que optarem por enviar suas reportagens pelo Correio poderão fazê-lo da mesma forma. Os dois formatos de envio serão aceitos. As inscrições deverão ser efetuadas até o dia 12 de junho de 2017 e cada concorrente poderá inscrever até 5 (cinco) reportagens.
Os R$ 125 mil, distribuídos entre os nove vencedores, serão divididos entre duas modalidades: Nacional e Regional, e estas divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 15 mil. Na modalidade Regional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 10 mil. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2016, receberá a quantia bruta de R$ 25 mil. Todos receberão certificado e troféu alusivos à premiação.
JULGAMENTO


A apreciação das reportagens será realizada em três etapas:
Na primeira etapa, uma comissão da Estácio ficará encarregada de fazer uma pré-seleção dos trabalhos. Caberá a esta comissão averiguar se os trabalhos inscritos seguem os critérios definidos pelo regulamento.
As reportagens que atenderem aos critérios do regulamento serão encaminhadas para a Comissão de Seleção. Esta comissão será integrada por professores universitários de Jornalismo da Estácio, com atuação no mercado de trabalho em várias partes do país. Caberá a eles indicar os 3 (três) finalistas de cada categoria (Impressa, TV, Rádio e Internet), nas modalidades Nacional e Regional.
Na terceira e última etapa, uma Comissão de Premiação, composta por formadores de opinião de projeção nacional, terá a função de indicar os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2017 em cada categoria e também o vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2017. Os membros da Comissão de Premiação serão conhecidos e divulgados ao longo do processo.
RESULTADOS

Os finalistas terão seus nomes divulgados em agosto e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em lugar e data a serem divulgados oportunamente.
Informações:
Andre Marins: (21) 3311-9835

Fernanda Andrade: (21) 3311- 9866
Luciana Velho: (21) 3311-8940
E-mail: imprensa@estacio.br
Site: www.premioestaciodejornalismo.com.brMídias Sociais:
Facebook: www.facebook.com/PremioEstacioDeJornalismo

Twitter: https://twitter.com/premioestacio
Sobre a Estácio
A Estácio, uma das maiores e mais respeitadas organizações educacionais do Brasil, atua há 46 anos no segmento de ensino superior. Fundada no Rio de Janeiro, a Estácio está presente em 22 estados e no Distrito Federal, contando com mais de 500 mil alunos matriculados e uma estrutura de 5 mil colaboradores e 9 mil professores.
A Estácio oferece cursos reconhecidos pelo MEC, com elevados conceitos de qualidade, nas modalidades presencial e à distância, de Graduação (Tradicional e Tecnológica) e Licenciatura, nas áreas de Ciências Exatas, Biológicas e Humanas e, também, cursos de pós-graduação lato sensu. Os cinco cursos de Mestrado e três de Doutorado (Direito, Odontologia e Educação) oferecidos pela instituição são avaliados com elevados conceitos de qualidade pelo MEC (CAPES). São desenvolvidos e ofertados, ainda, pela instituição, soluções de educação para empresas e cursos de extensão.
Cada vez mais comprometida com sua missão de “Educar para Transformar”, a Estácio mantém seus currículos totalmente alinhados às necessidades do mercado de trabalho e à evolução profissional dos alunos; e aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado. Respeitadas as regionalidades e a contribuição individual de cada professor, o modelo de ensino da Estácio é nacionalizado e os conteúdos, padronizados. Todos os alunos recebem material didático gratuito, de alto nível, em uma cadeia totalmente sustentável.
Assessoria de Imprensa (BA)

Qualidade.Com Marketing e Comunicação
Atendimento: Renato Barbosa Filho
Contatos: (71) 2137-9890; 99192-5807


 

aplb __

Posted: March 14, 2017 in educação, politica e debates_

Trabalhadores em Educação de todo o país entram em greve geral a partir do dia 15 de março
GREVE CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!
NÃO FIQUE DE FORA!
FORA, SÓ TEMER!
A APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia atendendo a uma decisão tomada por maioria no 33º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convoca os trabalhadores em educação (redes estadual e municipal) a paralisar suas atividades a partir do dia 15 de março de 2017. A mobilização da APLB-Sindicato em um movimento unificado com as demais centrais sindicais de todo o país conta como principais reivindicações a não aprovação da reforma previdenciária e o cumprimento do piso salarial dos professores. A adesão pela Greve Geral Nacional está confirmada nos estados e municípios de todo o país.
E para construir a greve que iniciará nesta quarta-feira, 15 de março, a APLB-Sindicato vem cumprindo rigorosamente as deliberações aprovadas em Congresso. Realizou as assembleias na Rede Municipal de Salvador, demais redes municipais e nas 18 Regionais da Rede Estadual, cuja decisão em todas elas foi unânime: GREVE GERAL de 15 a 24 de março!
QUARTA-FEIRA – 15 DE MARÇO
*GRANDE MANIFESTAÇÃO, COM INÍCIO ÀS 7 HORAS, EM FRENTE AO SHOPPING DA BAHIA. (Com caravanas do interior)
*ÀS 15 HORAS SERÁ A GRANDE CAMINHADA SAINDO DO CAMPO GRANDE EM DIREÇÃO AO COMÉRCIO.
*Contato: Rui Oliveira (71) 99962-6598 Coordenador-Geral da APLB-Sindicato
A Agenda da Greve aprovada em todas as assembleias foi organizada por dois momentos: realização de atividades para a sua construção e as ações conjuntas a partir do dia 15 até o dia 24 de março.  A agenda passou a ser unificada com as entidades que compõem os movimentos sociais, sindical e estudantil numa demonstração de unidade dos trabalhadores .
Vamos às ruas dizer NÃO às Reformas da Previdência e Trabalhista!
“Convocamos não apenas os educadores, mas todos os trabalhadores a se juntarem à nossa causa. Todos os trabalhadores e trabalhadoras sairão perdendo com a aprovação da Reforma da Previdência proposta por esse governo, pois ela castigará a classe trabalhadora e os mais pobres do país, principalmente as mulheres educadoras, patrocinando o desmonte da previdência pública e promovendo os fundos privados. Nós vamos parar o país!”, destaca o coordenador-geral da APLB-Sindicato, o professor Rui Oliveira.
A medida pretende acabar com a aposentadoria especial do magistério tanto para os novos concursados como para quem tem menos de 45 anos, no caso de professoras, e menos de 50 anos, no caso de professores. Isso significa que quase 70% da categoria dos profissionais do magistério, em efetivo trabalho na docência, deixará de ter direito à aposentadoria especial, sendo 66,48% de professoras (1.164.254) e 82,09% de professores (357.871) que se encontram abaixo da linha de corte.

A reforma traz outros prejuízos como o aumento da idade mínima para aposentadoria, que será de 65 anos para homens e mulheres, além da exigência de 49 anos de contribuição para ambos os sexos a fim de alcançar o teto remuneratório máximo no serviço público e na iniciativa privada, que será de R$ 5.531,31 neste ano. Essa reforma é cruel com as mulheres, com os professores, com as novas gerações e com os idosos, enfim para todos os trabalhadores do serviço publico e da iniciativa privada.
A reforma trabalhista destrói o sistema de proteção aos direitos dos trabalhadores, institucionaliza a terceirização, flexibiliza as relações de trabalho, adota a prevalência do negociado sobre o legislado, dentre outras questões.
Piso salarial
Já o novo valor do piso salarial foi anunciado pelo governo no dia 12 de janeiro e passou de R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80. Para a CNTE, o valor do piso é insatisfatório, mas ainda é necessário lutar pela implementação desse pagamento aos profissionais em todos os estados e municípios do Brasil.
De acordo com dados do Ministério da Educação, apenas 44,9% dos municípios brasileiros pagaram o piso em 2016 e 38,4% cumpriram a jornada extraclasse. Levantamento da CNTE nas redes estaduais indicou que o piso foi aplicado integralmente em 14 estados, proporcionalmente em cinco e desrespeitado em oito. Com relação à hora-atividade, oito estados ainda não a cumprem.
Estudos da assessoria do Ministério da Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) -2012, revelam que os profissionais do magistério com formação de nível superior possuem renda média 35% inferior à dos demais profissionais não professores.
A APLB-Sindicato atende à convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) que conta com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Frente Brasil Popular, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes), entre outras entidades.
Confira a agenda de atividades:
15/03 – Quarta-feira:
– ÀS 7 HORAS, GRANDE MANIFESTAÇÃO, EM FRENTE AO SHOPPING DA BAHIA. (Com caravanas do interior)
– ÀS 15 HORAS SERÁ A GRANDE CAMINHADA SAINDO DO CAMPO GRANDE EM DIREÇÃO AO COMÉRCIO.
16/03 – QUINTA-FEIRA
NA CAPITAL:
Ações unificadas em diversos pontos da cidade com panfletagem, caminhada, bandeiraço.
Ø   CENTRO – 9h – Concentração em frente ao Fórum Rui Barbosa em direção a Praça da Piedade descendo a Estação da Lapa;
Ø   BROTAS – 9h – Concentração na Cruz da Redenção em direção ao Colégio Góes Calmon;
Ø   LIBERDADE: 9h – Concentração em frente ao Colégio Duque de Caxias, seguindo em direção a Lapinha;
Ø   CIDADE BAIXA: 9h – Concentração no Largo dos Mares em direção ao Largo de Roma;
Ø   SÃO CAETANO: 9h – Concentração no Largo do Ar Geral em direção ao Colégio Estadual Pinto de Carvalho;
Ø   CABULA: 9 h – Concentração na UNEB em direção a Estrada das Barreiras;
Ø   PIRAJÁ: 9h – Concentração no Largo de Pirajá em direção ao final de linha da Rua Velha
Ø   CAJAZEIRAS: 9h – Concentração no Largo da Feirinha em direção a Pronaica;
Ø   ORLA: 9h – Concentração na Escola Municipal Cidade de Jequié em direção ao final de linha do Engenho Velho da Federação;
Ø   ITAPUÃ: 9h – Concentração em frente a Igreja de Itapuã em direção ao Bompreço;
Ø   SUBÚRBIO I: 9h – Concentração no Luso em direção ao final de linha de Plataforma;
Ø   SUBÚRBIO II: 9h- Concentração na segunda rotatória de Paripe em direção a Praça de Paripe.
NO INTERIOR:
Bandeiraço e panfletagem nos pontos estratégicos da cidade.
17/03 – SEXTA-FEIRA –
Das 9h às 17h: Seminário Estadual contra a PEC 287/2016 Reforma da Previdência.
Local: Hotel Othon Palace, Ondina
ATENÇÃO: INSCRIÇÕES LIMITADAS EM FUNÇÃO DE SER EM CONJUNTO COM OUTRAS ENTIDADES.
20/03 – SEGUNDA-FEIRA
Ato Político Unificado capital e interior, seguido de caminhada pelo centro da cidade;

ATENÇÃO! As atividades a partir do dia 21 serão divulgadas posteriormente.

 

 

‘edu -by bbc_

Posted: January 23, 2017 in bbc br_, educação

Cinco dicas para que Brasil saia do fundo de ‘ranking mundial’ de educação da OCDE
 – 6 dezembro 2016 –

Direito de imagem ThinkstockJovens em sala de aula
Image caption Mais de 500 mil jovens, de 15 a 16 anos, fizeram as provas do Pisa
Mais uma vez os países da Ásia ocupam os primeiros lugares no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês). E Cingapura, uma cidade-estado pouco maior que o Vaticano e Mônaco, e onde a maioria da população é de origem chinesa, é líder indiscutível.

Provas coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foram aplicada no ano passado para mais de 500 mil jovens de 15 a 16 anos em 70 países e territórios, incluindo o Brasil.

O Pisa mediu o desempenho em Ciências, Leitura e Matemática. Os dez países com os melhores resultados foram Cingapura, Japão, Estônia, Taiwan, Finlândia, Macau, Canadá, Vietnã, Hong Kong e China.

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A avaliação acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, além de reunir informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país, oferecendo ainda indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos.Alunos em círculo

Direito de imagem Thinkstock
Image caption Brasil e vizinhos tiveram um desempenho bem inferior ao dos países que lideram o ranking do Pisa

Apesar de alguma melhora em Ciências e Matemática em lugares como o Peru e a Colômbia, os países da América Latina seguem apresentando um desempenho muito distante das nações que lideram a avaliação.

A melhor posição entre os latino-americanos foi para a cidade de Buenos Aires – um 38º lugar em ciências. A pior foi a da República Dominicana, 70º – e último – lugar em Ciências e Matemática.

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A OCDE explicou que o Pisa não trouxe um resultado geral para a Argentina porque o pequeno número de colégios participantes da avaliação no país não permitiu que fossem obtidos resultados estatísticos consistentes.

Andreas Schleicher, diretor de educação da OCDE e coordenador das provas do Pisa, destacou à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, cinco mudanças que o Brasil e a América Latina em geral devem fazer para melhorar sua educação.

1) Encarar a desigualdade

Muito pode ser melhorado na educação brasileira e latino-americana.

Mas Schleicher aponta um “elefante na sala”, um problema grave e dominante falado por poucos.Andreas Schleicher

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Image caption Para Andreas Schleicher, responsável pelas provas do Pisa, “a desigualdade é o grande desafio da educação na América Latina

“Este problema é a desigualdade. E para dizer a verdade, a desigualdade na América Latina é, em sua maior parte, planejada”, disse Schleicher.

“Basicamente, se você vem de uma família com recursos, vai frequentar um colégio talvez privado, se formar e depois o governo lhe dará muito dinheiro quando você conseguir uma das poucas vagas nas universidades públicas. Você se sairá bem”, afirmou.

“Mas se você vem de uma família pobre, acabará em uma escola com menos professores preparados, dificilmente terá a oportunidade de alcançar a educação superior ou acabará em uma instituição privada de pouco prestígio, pagando do próprio bolso para ter um diploma medíocre.”

Schleicher observa que “muito poucos países da América Latina têm a coragem de encarar essas desigualdades”.

“O Chile vem tentando com muita dificuldade. E me impressiona o que o Peru está fazendo: colocando os colégios públicos e privados em um mesmo plano, de maneira que as escolas privadas não possam receber dinheiro público, devem escolher. Acho que é um enfoque corajoso.”

O dirigente da OCDE destacou o caso de países que adotam políticas rigorosas – como aqueles que mandam bons professores para colégios que estão em desvantagem.

“Vou dar um exemplo. Na China, se você é vice-diretor de um colégio muito bom e quer virar diretor, primeiro terá que provar a sua capacidade em um colégio com problemas.”Crianças em roda

Direito de imagem Thinkstock
Image caption Para coordenador do Pisa, uma das principais funções das escolas é dar uma vida melhor aos alunos

No Vietnã, que ficou em 8º no Pisa, também se quer assegurar que as crianças que precisam de mais oportunidades tenham acesso ao ensino de qualidade.

“Isso não existe na América Latina”, disse Schleicher.

Mas ele cita um exemplo positivo que vem do Estado brasileiro do Ceará.

“Me impressionou muito o que estão fazendo lá. Se uma escola está no topo do ranking estadual, recebe mais dinheiro, mas o valor não pode ser gasto nessa escola: ela deve usá-lo para ajudar outra escola que tenha maus resultados.”

“Dessa forma, a escola boa recebe mais verbas, prestígio, mais pessoal e programas, mas esse conhecimento vai para as escolas que realmente necessitam dele. Creio que é uma forma muito inteligente de encarar a desigualdade.”

2) Tornar a carreira de professor mais atraente

E não se trata apenas de pagar melhores salários, segundo Schleicher.

“Alguns países da América Latina pagam muito bem os profesdores. Estou me referindo a fazer com que a profissão de professor seja muito mais atraente intelectualmente”, explicou.

“Isso significa oferecer mais oportunidades para que os professores colaborem, investir mais na profissionalização.”Professor diante de turma no México

Direito de imagem Getty Images
Image caption Professores precisam ter mais oportunidades de desenvolvimento profissional, avalia coordenador do Pisa

Para Shleicher, faltam esses elementos na região.

“Na América Latina, cada professor é tratado da mesma forma, e os governos acham que sabem o que os professores deveriam fazer.”

“Na maioria dos países latino-americanos, a profissão é muito estática. É uma espécie de trabalho industrial, como numa fábrica.”

Nesse sentido, avalia, Brasil e vizinhos poderiam aprender muito com países como Cingapura, Vietnã ou China.

“Em Cingapura, por exemplo, se faz algo muito simples. Algumas aulas são gravadas em vídeo, e semanalmente os professores se reúnem, assistem aos vídeos, conversam, analisam e vão, eles mesmos, estabelecendo a melhor prática.”

“Isso não gasta muito tempo nem dinheiro, mas tem um impacto profundo. Os professores são os donos da sua profissão. E quase toda escola tem uma comunidade profissional que colabora e aprende.”

Cingapura também determina que cada professor gaste cem horas em atividades ou cursos de desenvolvimento profissional por ano.

“Ultimamente tenho visto que a maioria dos professores têm cursos de mestrado. Mas não se trata de aprender apenas na universidade”, opinou o representante da OCDE.

“Na minha opinião, o melhor treinamento para eles acontece nos próprios colégios, observando boas práticas, aprendendo com os melhores professores. Creio que isso é o que falta na América Latina.”

3) Ensinar a pensar como um cientista

“Creio que um grande desafio para a América Latina é afastar-se de um sistema centrado no ensino de conteúdos, quer dizer, priorizar que os estudantes aprendam a pensar como um cientista, um matemático, um filósofo ou um historiador”, disse Schleicher.Jovem faz experimento

Direito de imagem Getty Images
Image caption É importante saber pensar como um cientista, criar hipóteses e planejar experiências, diz especialista da OCDE

“É importante que os estudantes compreendam realmente a essência da sua disciplina e se apaixonem por ela.”

“Se eles são bombardeados com conteúdo, terão aprendido conhecimento. Mas na América Latina vejo grandes deficiências na capacidade de participação dos estudantes, de entusiasmar-se com o que aprendem.”

No leste da Ásia também são usados métodos de ensino tradicionais, mas centrados na compreensão de conceitos.

Você é capaz de planejar uma experiência? Pode desenvolver sua própria hipótese e depois fazer uma experiência para prová-la? Consegue distinguir um fato de uma hipótese?

Tudo isso pode ser resumido, segundo Schleicher, em pensar como um cientista.

Um ensino de conteúdos significa apenas aprender quantas patas tem uma aranha ou a fórmula química da água.

4) Ensinar poucas coisas, mas em profundidade

Os sistemas de ensino com melhor desempenho focam em três coisas, afirma Shleicher.

Em primeiro lugar, demandam rigor – ou seja, o nível de exigência dos alunos é muito alto.Jovem adolescente diante de computador

Direito de imagem Thinkstock
Image caption “Na América Latina, os livros de texto são maiores do que no Japão, onde o importante é ensinar pouco e em profundidade”

Em segundo, se concentram em aprender poucas coisas, mas “muito, muito bem”.

E em terceiro está um elemento que Schleicher chama de coerência ou progressão na aprendizagem.

“Na América Latina, os livros de texto são maiores do que no Japão, onde o importante é ensinar pouco e em profundidade”, afirmou.

“Geralmente, o que vemos na América Latina é que os estudantes não aprendem algo no quarto ano do ensino fundamental e aquilo voltará a aparecer, de maneira distinta, no quinto e no sexto ano.”

“Coerência significa que primeiro se aprende algo muito bem, compreende-se e depois se avança para o passo seguinte.”

5) Melhorar o ensino pré-escolar

De acordo com o especialista, existe um vínculo direto entre o ensino pré-escolar e o desempenho posterior dos alunos.Menina construindo casinha de madeira

Direito de imagem Thinkstock
Image caption Existe um vínculo direto entre a educação pré-escolar e o desempenho posterior dos estudantes, avalia coordenador do Pisa

“Vi muito progresso na América Latina na educação para crianças maiores de três anos”, disse Schleicher.

“Mas creio que novamente o desafio é a qualidade do ambiente de aprendizagem. O acesso à educação pré-escolar na América Latina avançou, mas a qualidade deve melhorar.”

“Deve haver um componente de educação forte, e não me refiro apenas à aprendizagem tradicional, mas a competências sociais, emocionais. Sempre se deve assegurar que quem educa essas crianças seja qualificado.”

Schleicher também falou sobre outro problema grave na educação secundária no Brasil e vizinhança: a evasão ou abandono escolar.Jovem com pilha de livros

Direito de imagem Thinkstock
Image caption ‘Não se pode manter os alunos na escola como se ela fosse uma prisão’, afirma Schleicher

“A primeira coisa que deve ser perguntada aos países da região é por que os estudantes não estão completando sua educação. E o grande problema é: a relevância”, opinou.

“Muitos jovens não veem que o aprendizado vai ajudá-los na vida. Esse problema deve ser encarado, não se pode manter os alunos na escola como se ela fosse uma prisão.”

“Se você fosse dono de um supermercado e visse que, de 100 clientes que entram, uns 30 vão embora diariamente sem comprar nada, você passaria a se perguntar: por que as pessoas não querem ficar no meu supermercado?”

“Não costumamos fazer essa pergunta quando se trata de ensino. Acreditamos que a resposta é fazer uma escola obrigatória”, afirmou Schleicher.

“A resposta está em garantir que as escolas realmente ajudem os alunos a ter um trabalho melhor, uma vida melhor.”


Produção científica das escolas estaduais é destaque em Porto SeguroProdução científica das escolas estaduais é destaque na SBPC

As produções científicas dos estudantes da rede estadual de ensino estão tendo destaque na 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece até sábado (9), na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro. São 11 trabalhos desenvolvidos em sala de aula por meio do programa Ciência na Escola, da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, que visa estimular o estudo das Ciências e o protagonismo científico dos estudantes.
Os projetos dos estudantes esProdução científica das escolas estaduais é destaque na SBPCtão relacionados ao tema da SBPC que é ‘Sustentabilidade, tecnologia e integração social’. Gabriel Oliveira Brito, 18 anos, e Gabriela Barbosa, 17, que cursam o 2º ano no Colégio Estadual Doutor Antônio Ricaldi, em Porto Seguro, estão expondo o projeto ‘A Lua e o comportamento das marés’, que trata da Física das marés. “Este projeto nos despertou mais interesse pela investigação científica porque aprendemos na prática com a observação da natureza, pois, relacionamos a altura da maré oceânica com as posições e fases da lua”, contou o estudante. Já Gabriela Barbosa acrescentou que “a SBPC está sendo extremante rica porque é uma troca de conhecimento constante. Muitas pessoas param para saber informações da nossa pesquisa e isso é muito bom”.

Pensando na sustentabilidade, as estudantes Rayane Gama e Izabele de Jesus, do 3º ano, do Centro Educacional Machado de Assis (Cemas), em Teixeira de Freitas, desenvolveram um desengordurante natural. “Nosso desengordurante pode ser feito em casa com produtos simples, como caldos de limão e de laranja, água e bicarbonato de sódio, com o objetivo de substituir produtos industrializados que poluem o meio ambiente”, destacou Izabele. Rayane afirmou que vai aproveitar ao máximo a SBPC. “É uma boa oportunidade para aprender coisas novas e está sendo muito estimulante participar de um evento grande como este”.
Fonte: Ascom/Secretaria da Educação do Estado

Áudio:Confira o áudio desta notícia

Produção científica das escolas estaduais é destaque na SBPC

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Posted: June 30, 2016 in aplb, denúncia __, educação

APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia
Colégio Estadual de Arembepe pede socorro
Uma professora, que prefere não se identificar, denuncia que o  “Colégio Estadual de Arembepe (Colégio Professora Nadir Araújo Copque)  hoje é um quadro surreal, onde pessoas não podem conviver com o mínimo de humanidade e decência”. 
Ela cita os problemas:
1.Não tem muro e fica exposto completamente.  A divisão são redes de arame, tipo quadra de esporte. Vendem geladinhos das casas para o fundo.

2. Gatos, cães e galinhas dos vizinhos circulam na unidade escolar.
3. As salas são feitas de divisórias, não tem janelas, o forro está caindo.
4. Por falta de janelas, estão roubando os materiais.
5. Dias de chuva, como venta muito por lá, o teto treme. O chão alaga.
6. O único recurso didático é um retroprojetor.
7. A biblioteca funciona com a coordenação e secretaria.
8. Fica onde era a antiga Vaca Mecânica

 


Estácio abre processo seletivo para formação de cadastro de professores
Há vagas para Direito, Gestão de Recursos Humanos, Engenharia Civil, Mecânica, Elétrica e Engenharia de Petróleo, Publicidade, Psicologia, Serviço Social, Farmácia, Nutrição e Educação física
Salvador, 13 de junho de 2016 – O Centro Universitário Estácio da Bahia abre processo seletivo para formação de cadastro de reserva para o cargo de professor dos cursos de graduação e/ou graduação tecnológica. As inscrições podem ser feitas no período de 01 a 19 de junho de 2016 e deverão ser realizadas através do preenchimento do formulário no seguinte link: https://goo.gl/DBHnl7.
Serão oferecidas vagas para os cursos de: Direito, Gestão de Recursos Humanos, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Petróleo, Publicidade, Psicologia, Serviço Social, Farmácia, Nutrição e Educação física.
As vagas oferecidas ao público em geral, inclusive Pessoas com Deficiência – PCD’s, visam possível composição do quadro docente do Centro Universitário Estácio da Bahia, podendo o número de turmas variar a cada semestre letivo, conforme variação natural no quantitativo de turmas de um período para o outro ou de acordo com o número de alunos inscritos no curso/disciplina.
Podem participar do processo de seleção os estrangeiros habilitados para o exercício de atividades profissionais em território brasileiro, com comprovação do domínio do idioma nacional na forma escrita e oral.
O processo seletivo compreenderá as seguintes etapas, todas eliminatórias: inscrição e análise do Currículo Lattes (triagem); prova de aula e entrevista.
A participação ou classificação no processo seletivo não é garantia de contratação. A eventual convocação dos candidatos selecionados para admissão atenderá ao prazo mínimo de seis meses e máximo de 12 meses, após a data de realização do processo seletivo. Caso o candidato classificado não seja chamado nesse período, deverá, se desejar, proceder com nova inscrição no próximo processo.
Dúvidas e esclarecimentos sobre o processo seletivo deverão ser endereçadas à Gerência Acadêmica do CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DA BAHIA – ESTÁCIO FIB – geise.araujo@estacio.br ou milene.costa@estacio.br
Sobre a Estácio

A Estácio, uma das maiores e mais respeitadas organizações educacionais do Brasil completa este ano 45 anos de atuação no segmento de ensino superior. Fundada em 1970 no Rio de Janeiro, a Estácio está, hoje em dia, presente em 22 estados e no Distrito Federal, contando com mais de 536 mil alunos matriculados e uma estrutura de cinco mil colaboradores e nove mil professores.

A Estácio oferece cursos reconhecidos pelo MEC, com elevados conceitos de qualidade, nas modalidades presencial e a distância, de Graduação (Tradicional e Tecnológica) e Licenciatura, nas áreas de Ciências Exatas, Biológicas e Humanas e, também, cursos de pós-graduação lato sensu. Os cinco cursos de Mestrado e três de Doutorado (Direito, Odontologia e Educação) oferecidos pela instituição, são avaliados com elevados conceitos de qualidade pelo MEC (CAPES). São, também, desenvolvidos e ofertados pela instituição cursos técnicos de preparação (PRONATEC), soluções de educação para empresas e cursos de extensão.
Cada vez mais comprometida com sua missão de “Educar para Transformar”, a Estácio mantém seus currículos totalmente alinhados com as necessidades do mercado de trabalho e a evolução profissional dos nossos alunos e aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado. Respeitadas as regionalidades e a contribuição individual de cada professor, o modelo de ensino da Estácio é nacionalizado e os conteúdos padronizados. Todos os alunos recebem material didático gratuito, de alto nível, em uma cadeia totalmente sustentável.
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