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Direito Ambiental: produção acadêmica deve orientar políticas públicas na Pan-Amazônia Pesquisadores conclamam respeito à cultura e direitos dos povos originários da América Latina e a proteção ao meio ambiente. Estudos devem colaborar na normatização e na aplicação de políticas públicas no continente. Estudos devem colaborar na normatização e na aplicação de políticas públicas no continente. Foto (Thiago Ventura/DomTotal) Por Thiago Ventura Repórter DomTotal A proteção da cultura dos povos tradicionais e a preservação da Amazônia não podem ficar apenas como temas de trabalhos acadêmicos, mas devem interferir na normatização e na aplicação de políticas públicas no continente. A exortação esteve no contexto do encerramento do V Congresso Internacional de Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, organizado pela Dom Helder Escola de Direito com a presença de pesquisadores do Brasil e da América Latina em Belo Horizonte. A premissa foi debatida durante dois minicursos realizados no sábado (22), na unidade III da Instituição, em Brumadinho, na Grande BH, o último ato do evento, após reflexão sobre o interesses dos indígenas e as lacunas da legislação, evidentes no caso Brasileiro. No pano de fundo, críticas à Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e proposições em tramitação no Congresso Nacional que promovem injustiça socioambiental. Os congressistas presentes ressaltaram a importância da criação da Rede Pan-Amazônica de pesquisa e a ‘Carta de Belo Horizonte’, que cobra providências das autoridades públicas pela preservação do meio ambiente. Além disso, foi instigada a reunião dos pesquisadores com instituições e políticos eleitos afim de expor os alertas sobre o tema revelados na produção acadêmica. “Obtivemos tantos frutos nesses congresso, que acredito que vamos colhê-los até o ano que vem”, comenta a professora Beatriz Souza Costa, pró-reitora de Pesquisa da Dom Helder e coordenadora do evento. “Nós conseguimos criar uma rede internacional de pesquisa, a realização de um congresso itinerante, que começou em Belo Horizonte e vai rodar outros países da América Latina, vamos publicar os anais do V Congresso em português e espanhol e vamos elaborar um livro com artigos dos professores presentes no evento”, afirma a pesquisadora. “Temos que inverter essa lógica das políticas públicas. O trabalho produzido pelo grupo de pesquisa estratégica sobre a Pan-Amazônia deve ser aprofundado, buscando a interlocução com os grupos sociais e políticos que demostrem um mínimo de seriedade, compromisso com a preservação da natureza e respeito aos povos indígenas”, comentou o reitor da Dom Helder, Paulo Umberto Stumpf, SJ, que também ressaltou a importante atuação da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam). O reitor também lembrou que a comunidade científica deve acompanhar a realização do Sínodo para a Amazônia, que vai reunir os bispos da Igreja Católica em 2019 e será outra frente para a proteção do ambiente. Autodeterminação dos povos indígenas No primeiro minicurso, Edson Damas da Silveira, pós-doutor em Direitos Humanos pela Universidade de Coimbra, explanou sobre as diferenças do processo do Direito brasileiro e a autodeterminação dos povos indígenas. Silveira, que é procurador de Justiça em Roraima, contou vários casos de processos penais e cíveis que revelam a tensão entre o ordenamento jurídico estabelecido e as regras ancestrais seguidas pelas tribos indígenas. O pesquisador defende o respeito às tradições dos povos originários como forma de preservar o que resta da cultura indígena originária no Brasil. Silveira mostrou-se contrário a proposições que concedem a propriedade das terras indígenas às tribos que sejam bens da união, conforme previsto na Constituição. “Isso será uma outra forma de extermínio dos povos indígenas. Propriedade e dinheiro causam grande descaracterização da cultura tradicional. No dia que regulamentar a mineração em terra indígena, acontecerá como nos Estados Unidos: o dinheiro das grandes corporações vai desassociar os índios com suas tradições”, defende. No segundo minicurso, Márcio Luís de Oliveira, professor Adjunto de Graduação e do Mestrado em Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável da Dom Helder, pontuou os riscos que a natureza sofre ao versar sobre “Entre o El Dorado e a Terra de Ninguém: a Amazônia pede cuidados”. Oliveira debruçou-se sobre as incoerências de proposições e organismos que atuam na Amazônia, como a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica. O pesquisador ainda relembrou garantias aos povos indígenas previstas na Constituição Federal, muitas contudo sem regulamentação. “Temos que repensar as instituições no Brasil. A Organização do Tratado de Cooperação Amazônica copia a institucionalidade da União Europeia, mas sem parlamento que represente os interesses de cada país e seus povos. É um grupo de diplomatas sem nenhum lastro com a realidade com absoluta obscuridade e ineficiência. Em 40 anos, sobretudo nos últimos 10 anos, nada fez nada para proteção da Amazônia”, criticou. Entre os congressistas presentes no último dia de evento, participaram o reitor da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE), professor Franclim Jorge Sobral de Brito, e Valmir César Pozzetti, doutor em Biodireito/Direito Ambiental e professor na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA). LEIA TAMBÉM: Terceira noite do V Congresso de Direito Ambiental tem show de Ney Matogrosso 'A cada governo menos terras são demarcadas e protegidas', diz advogada do CIMI na Dom Helder Ambição por recursos naturais da Amazônia é desafio na proteção de povos isolados 'Integrar para preservar é fundamental', diz Lars Grael ao abrir congresso na Dom Helder EMGE *O DomTotal é mantido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Engenharia Civil conceito máximo no MEC. Saiba mais! 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Ambição por recursos naturais da Amazônia é desafio na proteção de povos isolados
Resenhas  20/09/2018 | domtotal.com

Por Rômulo Ávila
Repórter Dom Total
O ‘índio do buraco’ é o único sobrevivente de uma tribo isolada que vive na Terra Indígena Tanaru, em Rondônia. Os outros índios de tribo foram vítimas de madeireiros, grileiros e fazendeiros que começaram a invadir as terrar na década de 1980. O índio do buraco escapou e vive sozinho há 22 anos. A Proteção dos Povos Isolados da Amazônia foi um dos assuntos debatidos na noite desta quinta-feira (20), no encerramento do segundo dia do Congresso Internacional de Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: “Pan-Amazônia – Integrar e Proteger”, realizado pela Dom Helder Escola de Direito.
O painel a “Floresta Amazônica e Seus Povos” contou com o mestre Boris Wilson Arias López (Bolívia), o doutor René Bedón (Equador) e cônsul Honorário da República de Malta Ricardo Schembri (Colômbia). Os professores André de Paiva Toledo e Romeu Faria Thomé da Silva coordenaram os trabalhos.
Boris Wilson Arias López, da BolíviaBoris Wilson Arias López, da BolíviaPara Wilson Arias, muitos problemas na Amazônia são comuns em todos países e têm origem na ambição pelos recursos naturais presentes na floresta “Há um problema entre desenvolvimento que envolve governantes, direitos dos animas e a natureza. E na vida um dos direitos prevalecem sobre outros”, disse. “Nos todos estamos imersos dentro de uma cultura que despreza os direitos da natureza e dos animais”, completou.
A ambição e o desprezo citados por Arias podem ter relação com o desparecimento de tribos. Recentemente, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) denunciou na ONU uma ‘profunda extinção’ dos povos indígenas no último século, passando de 4% da população brasileira para apenas 0,4%.
No mesmo sentido, imagens de satélite coletadas atualmente pelo Instituto Socioambiental (ISA) mostram que madeireiros ilegais e grileiros desmataram, neste ano, uma área de 1.863 hectares na terra indígena de Ituna Itata, no Norte do Pará.
‘Direitos blindados’
Cônsul Honorário da República de Malta Ricardo Schembri (Colômbia)Cônsul Honorário da República de Malta Ricardo Schembri (Colômbia)Diferentemente da realidade brasileira, Ricardo Schembri explica que na Colômbia a população indígena é ‘blindada’ e bastante forte. A Constituição de 91 deu instrumentos de proteção e criou entidades territoriais de autogoverno indígena.  “As reservas têm suas autoridades indígenas próprias. Quer dizer, não jurisdição civil. Os indígenas têm sua organização política e penal próprias”, explica.

Existe, contudo, o problema da disputa por território pelo narcotráfico, que já provocou a matança de muitos indígenas.
Schembri explicou também que tratados internacionais permitem que os índios de tribos plurinacionais possam transitar livremente. “Para nós há fronteiras, para eles não”, disse Schembri, que propôs a criação de fundo com recursos dos países para que a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) possa desenvolver políticas públicas não somente para os indígenas, mas para a questão ambiental. Criar políticas implica em financiar políticas públicas, senão é um discurso vazio”, ressaltou.

Congresso  

O objetivo do Congresso é fomentar o debate em busca das melhores práticas de integração e proteção da fauna e flora amazônica e também de seus povos. Para tanto, o Congresso buscará a experiência de pesquisadores brasileiros e internacionais formando um fórum científico de discussão sobre os problemas que se repetem nos territórios Pan-Amazônicos que, além do Brasil, ocupam trechos da Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru e Venezuela. Confira aqui a programação!
EMGE

*O DomTotal é mantido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Engenharia Civil conceito máximo no MEC. Saiba mais!
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Inscrições abertas para a segunda edição do TJD-e  

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sanha privatista

Posted: May 19, 2018 in ecologia_, economia, Uncategorized

Governo brasileiro “vende” 3 milhões de hectares da Amazônia por US$ 60 milhões


Diretor do Banco Mundial, Martin Raiser, e o Ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, assinam acordo que prevê repasse de UU$ 60 milhões em troca da criação de 3 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia interligando três paises. Foto: Gilberto Soares/MMA

R$ 60 por um hectare da Amazônia. Foi o preço acertado pelo Ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, com o Banco Mundial e duas ONGs por 3 milhões de hectares na Amazônia. O acerto foi feito e assinado no dia 19 de dezembro. O Banco Mundial, a ONG brasileira FunBio e a ONG internacional Conservation Internacional (CI) “investirão” no Brasil US$ 60 milhões do Global Environment Facility (GEF) em troca da criação de 3 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia nos próximos cinco anos.

O projeto é mesmo conhecido como Triplo A, uma grande armação internacional para criar um corredor de áreas protegidas e soberania relativa na calha norte do Rio Amazonas lingando o Pacífico ao Atlântico. O corredor Triplo A sofreu grande oposição das forças armadas brasileiras e foi rebatizado de “Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia”.
Corredor Triplo A prevê a interligação de áreas protegidas e terras indígenas de desfazendo as fronteiras internacionais

Sarney Filho, o Banco Mundial e as ONGs querem suar os dólares do GEF para melhorar a governança das unidades de conservação na Amazônia brasileira. Segundo o ministério do ½ Ambiente, que coordenará e definirá as ações do projeto, a parceira apoiará o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e que já transformou mais de 60 milhões de hectares em unidades de conservação na região.


Para quem não sabe, o ARPA é um program antigo os ambientalistas implementado por uma parceria entre o governo brasileiro, o Global Environment Facility (GEF), o Banco Mundial, o KfW (banco de cooperação do governo da Alemanha), a GTZ (agência de cooperação da Alemanha), a ONG internacional WWF, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), e algumas outras ONGs. Desde a criação do programa em 2002 essa turma já despejou US$ 400 milhões na criação, consolidação e manutenção de áreas protegidas na Amazônia.

“Considero o ato de hoje de grande importância. Esses recursos vão ao encontro dessa ideia”, disse o ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, durante a solenidade de assinatura do novo acordo.

O projeto prevê ainda a cooperação internacional entre Brasil, Colômbia e Peru na área de criação de área protegidas. A cooperação entre os ambientalistas dos três países é fundamental para a criação do corredor Triplo A.

“Tenho o prazer de ver como esse projeto foi desenvolvido, no sentido de iniciar a segunda geração de projetos de área protegidas”, disse Martin Raiser, diretor do Banco Mundial para o Brasil. “É o primeiro projeto na região amazônica que tem ligações muito próximas com a Colômbia, o Peru, países que querem se beneficiar das experiências do Brasil e aprender para repetir”, acrescentou Raiser.

A parte operacional do projeto ficará sob responsabilidade do Banco Mundial, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Conservation Internacional (CI).

Com informações e imagens do MMA e Agência Brasil.

“Informação publicada é informação pública. Porém, alguém trabalhou e se esforçou para que essa informação chegasse até você. Seja ético. Copiou? Informe e dê link para a fonte.”


SEI - Página inicialSEI – Página inicial SEPLAN  —  O que você procura?

SEPLANNotícias  Bahia exibiu saldo positivo de 5.547 postos de trabalho em janeiro
Crédito: Carol Garcia /GOVBA

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a Bahia gerou 5.547 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2018. O resultado positivo decorre da diferença entre 48.484 admissões e 42.937 desligamentos.

Após eliminação líquida de 145, 1.187 e 2.872 postos de trabalho nos meses de janeiro dos anos imediatamente anteriores, a Bahia exibiu registro positivo. O saldo de janeiro de 2018 foi maior que o resultado de dezembro, quando 12.457 postos de trabalho foram suprimidos, sem as declarações fora do prazo.

Setorialmente, em janeiro, cinco segmentos contabilizaram saldos positivos: Serviços (+3.685 postos), Construção Civil (+1.369 postos), Indústria de Transformação (+687 postos), Agropecuária (+476 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+126 postos). Comércio (-770 postos), Administração Pública (-14 postos) e Extrativa Mineral (-12 postos) eliminaram posições de trabalho com carteira assinada.

Análise regional – Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+5.547 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a oitava dentre os estados brasileiros em janeiro de 2018. No Nordeste, além da Bahia, apenas o Ceará (+1.653) registrou saldo positivo. Todos os outros sete estados da região apresentaram desempenho negativo no primeiro mês do ano: Pernambuco (-4.837 postos), Paraíba (-3.255 postos), Alagoas (-2.189 postos), Piauí (-941 postos), Sergipe (-788 postos), Rio Grande do Norte (-639 postos) e Maranhão (-586 postos).

Análise RMS e Interior – Analisando-se os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos no estado em janeiro de 2018, constata-se ganho de emprego na RMS e no interior. De forma mais precisa, enquanto na RMS foram criados 2.100 postos de trabalho no primeiro mês do ano, no interior foram geradas 3.447 posições celetistas.

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Exportações baianas registraram queda de 13,5% em fevereiro

Depois de registrar o melhor janeiro desde 2012, a exportações baianas recuaram 18% em fevereiro em relação ao mês anterior e 13,5% em relação a igual mês de 2016, alcançando US$ 462,6 milhões. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan).
Apesar do aumento nos preços de algumas commodities já ter reflexos positivos nas vendas externas, como no caso dos derivados de petróleo e petroquímicos que tiveram aumento de 844,2% e 12,8% em suas receitas no mês, os embarques de produtos básicos recuaram 42,5%, resultado direto do fraco volume embarcado de soja, algodão e milho, depois da mais severa estiagem porque passou a região produtora no estado.
Embora tenham ocorrido chuvas na região neste início de ano, o oeste do estado ainda sofre com os efeitos da estiagem e atrasos na colheita. A expectativa porém é que os resultados da safra de grãos a ser colhida neste ano tendam a recompor as perdas do ciclo anterior, incrementando os embarques ao exterior em decorrência da melhora no regime de chuvas e da consequente produtividade média das lavouras.
Contribuiu ainda para a queda das exportações em fevereiro, a redução do volume físico embarcado em 9%, principalmente de produtos agrícolas, metalúrgicos, celulose e pneumáticos, esses três últimos segmentos, afetados pela perda de rentabilidade nos embarques, por conta da valorização do real frente ao dólar – a valorização nominal do real de 21,1% e a elevação de 3,1% no custo de produção não foram compensadas pelos preços de exportação – além da redução dos preços médios de exportação, em média 5% comparados ao mesmo mês do ano anterior, revelando que há uma recomposição apenas parcial nos preços das commodities, especialmente as minerais, concentrada em menos produtos, e com magnitude mais modesta.

Importações – As importações também voltaram a cair em fevereiro (-23%) depois de dois meses de alta consecutiva, alcançando US$ 417,6 milhões. Com a queda registrada no mês passado, põe-se em dúvida uma possível retomada da atividade econômica, sobretudo na indústria. As compras de bens intermediários (insumos e matéria primas) tiveram redução de 10,5%, enquanto que as de combustíveis recuaram 38,1% comparadas a igual mês do ano passado.
A destacar as compras de bens de capital, que positivamente continuaram em crescimento pelo décimo mês consecutivo. Em fevereiro o aumento foi de 8%, puxado por células solares, moldes para borracha e equipamentos elétricos.
No bimestre, tanto importações quanto exportações apresentaram resultados positivos. As exportações acusam crescimento de 3,4%, enquanto que as importações o aumento chega a 51,2%. O maior crescimento das importações, no primeiro bimestre, veio de bens intermediários e de combustíveis com alta de 61,3% e de 59,2% sobre igual período do ano passado. Na mesma comparação, houve ainda queda de 24,2% nas compras de bens de consumo e de 17,8% dos bens de capital. 


Brasil atinge recorde de 215,2 milhões de cabeças de gado

boi no pasto _- gado em folhapresss, por rogério cassemiro

boi no pasto _- gado em folhapresss, por rogério cassemiro

setembro 29, 20161
Rio de Janeiro
Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

A população de cabeças de gado bovino em fazendas brasileiras cresceu e atingiu o recorde de 215,2 milhões de animais em 2015, com um aumento de 1,3% sobre 2014. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa da Pecuária Municipal.

O crescimento de 2015 foi o maior desde 2011 e representa uma aceleração após a queda causada pela seca de 2012 e a variação próxima de zero registrada em 2013 e 2014.
Em uma análise regional, a população de gado cresceu mais no Norte (2,9%) e teve queda no Nordeste, com -0,9%.
O Centro-Oeste teve variação de 2,1% e continua a ser a região que concentra a maior criação, com 33,8% da participação nacional. O IBGE aponta que a região conta com “grandes propriedades destinadas à criação de bovinos e produtores especializados, possuindo clima, relevo e solo favoráveis à atividade, como também grandes plantas frigoríficas que têm impulsionado o abate em larga escala”.
Saiba Mais
Produção de tilápia aumenta 9,7% no Brasil, diz IBGE
Rebanho suíno brasileiro cresce 6,3% e passa de 40 milhões
Mato Grosso é o estado com a maior criação de gado, com 13,6% do total nacional. Entre os cinco primeiros colocados, Goiás aparece em terceiro e Mato Grosso do Sul em quarto, com 10,2% e 9,9% do total.
Os dados fazem parte da Pesquisa da Pecuária Municipal de 2015. Ela constatou que, nos últimos anos, o Sul e o Sudeste do país têm registrado estagnação da bovinocultura de corte, enquanto a produção de bovinos tem se deslocado para o Norte. A atração é explicada em parte pelo instituto por meio dos baixos preços das terras, disponibilidade hídrica, clima favorável, incentivos governamentais e abertura de grandes plantas frigoríficas.
Queda na produção de leite
O aumento do efetivo total de bovinos não se refletiu no número de vacas ordenhadas, que caiu 5,5% em 2015. Todas as regiões acusaram queda dessa atividade, que teve a maior redução no Nordeste, com -9,5%.
O Sudeste responde por 34,3% do número de vacas ordenhadas, e Minas Gerais tem a atividade mais forte, com 24,9% do efetivo nacional.
A produção de leite teve queda em 2015, com 0,4% a menos que 2014, e caiu para 35 bilhões de litros. O Sul é o maior produtor de leite no Brasil desde 2014 e contribuiu com 35,2% da produção nacional em 2015.
A produtividade das vacas da região Sul é a maior do Brasil. Enquanto a média do país é que uma vaca produza 1.609 litros de leite por ano, no Sul a produtividade é de 2.900 litros. Em relação a 2014, houve um aumento de 3,9% desse resultado.
Apesar disso, Minas Gerais continua a ser o maior estado produtor de leite do país, com 26,1% da produção nacional.

 luis-gado

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Posted: June 27, 2016 in economia, sei_estudos e estatísticas

IPC de Salvador apresentou elevação de 1,13% em maio de 2016
SEI
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Salvador apresentou, em maio, aumento de 1,13%, variação superior à apurada no mês anterior (0,99%). Em maio de 2015, o IPC havia registrado variação de 0,64%, segundo dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).
No acumulado dos últimos 12 meses (jun. 2015-mai. 2016), a taxa situou-se em 10,98%, resultado superior ao acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (mai. 2015-abr. 2016), que foi 10,44%.
Em maio 2016, os produtos/serviços que tiveram maiores contribuições positivas na formação da taxa, com suas respectivas variações de preços, foram: Energia Elétrica residencial (13,35%), Camiseta, blusa e blusão femininos (31,09%), Gasolina (4,22%), Perfume (13,53%), Camisa infantil (42,64%), Móvel para sala (7,79%), Cerveja fora do domicílio (3,10%), Sandália feminina (14,17%), Remédio dermatológico (26,56%) e Fralda (33,64%). Em contrapartida, os produtos cujos preços exerceram maiores pressões negativas foram: Pacote turístico (13,48%), Remédio anti-inflamatório e antirreumático (7,93%), Óculos e lentes (15,66%), Microcomputador e impressora (8,81%), Seguro voluntario de veículos (7,65%), Disco digital versátil (DVD) (25,16%), Laranja Pera (25,69%), Tênis de adulto (5,42%), Bolsa feminina (14,80%), Refeição a peso (1,11%).
Ainda no mês de maio, dos 375 produtos/serviços pesquisados pela SEI, 109 registraram baixa nos preços, 73 não tiveram alterações e 193 apresentaram acréscimo.
Levando-se em conta apenas os reajustes individuais, os produtos cujos preços mais variaram positivamente em maio do ano corrente foram: camisa infantil (42,64%), limão (38,41%), fralda (33,64%), camisa, blusa, blusão femininos (31,09%), copo de vidro (28,62%), remédio dermatológico (26,56%), maracujá (24,55%), sandália masculina (24,26%), tênis infantil (21,67%) e bolsa e carteira masculina (21,27%).
No período, em maio 2016, dos sete grandes grupos que compõem o IPC/SEI, seis registraram aumentos, enquanto um variou negativamente. Entre os grupos com maior variação positiva estão: Vestuário (6,55%) com destaque para o aumento nos preços de camisas infantis (42,64%); Habitação e encargos (3,07%), por conta dos reajustes em itens como energia elétrica residencial (13,35%) e serviço de mão de obra (construção civil) (11,67%); e Artigos de residência (1,73%) devido ao acréscimo nos preços de copo de vidro (28,62%), forno micro-ondas (12,35%) e conjunto de panelas (10,94%). Os demais grupos que sofreram aumento foram Transporte e comunicação (0,65%); Alimentos e bebidas (0,64%) e Saúde e cuidados Pessoais (0,39%).
O grupo Despesas Pessoais registra uma queda de 0,57%, determinada pela diminuição dos preços de teatro (35,89%), pacote turístico (13,48%), relojoeiro (12,96%), concerto de aparelho celular (8,45%) e hospedagem em hotel (5,84%).

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Posted: May 10, 2016 in divulgação, economia

Evento de Comunicação Empresarial reúne especialistas renomados em Salvador


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Salvador receberá nos dias 17 e 18 de maio o 1º PCE – Palestra de Comunicação Empresarial, organizado e promovido pela Rádio Multi (radiomulti.com.br) e o Centro Universitário Estácio da Bahia.
A expectativa é reunir entre os dias 17 e 18 de maio, no Auditório da Faculdade 300 participantes, entre acadêmicos, professores, profissionais e interessados pelas novidades nas áreas de Comunicação Empresarial.
A iniciativa tem caráter regional e o objetivo principal das palestras é debater com especialistas do cenário nacional e baiano os principais assuntos da atualidade favorecendo a discussão da comunicação empresarial, novos comportamentos, tecnologias, gestão estratégica e discussões comprometidas com o tema. De acordo com o organizador do encontro, o Diretor de Comunicação da Rádio Multi Iano Gabriel, a promessa é que em 2016, este seja um dos maiores eventos de palestras com foco em Comunicação Empresarial.
O encontro propiciará 10 horas de conteúdo com 6 palestrantes convidados. A inscrição é gratuita e deve ser realizada através do portal
palestrasprime.com.br.
O evento conta com a parceria das Jornalistas Criativas, Texto & Cia e Aratu Online.
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O que: Palestras de Comunicação Empresarial
Quando: 17 e 18 de Maio (terça e quarta-feira), às 18h30
Onde: Centro Universitário Estácio da Bahia, Auditório: S1
Endereço: Rua Xingu, Nº 179 – Jardim Atalaia /STIEP
Valor: Gratuito
Inscrições: No endereço: palestrasprime.com.br até 13 de maio de 2016    ___________________________________________________________

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