Archive for the ‘comunicação’ Category


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Notícia
Rádio e televisão: potencial de jornalismo local no Brasil
Sérgio Spagnuolo e Renata Hirota
Uma coisa é pessoas terem acesso a algum tipo de informação. Outra, é terem acesso a informações sobre o local onde vivem. Com a internet, as facilidades de abrir um navegador e saber o que se passa no Congresso Nacional permitiram com que as pessoas saibam todos os pormenores na política nacional. Todos os bastidores, os processos no Ministério Público, as opiniões de magistrados e acesso a dados minuciosos sobre gastos parlamentares.Saiba mais

0 comentáriosO Atlas da Notícia em 2018

Equipe do Observatório da Imprensa
A segunda edição do Atlas da Notícia prevê a atualização e expansão da base de dados estatísticos coletados inicialmente em 2017. Publicados pelo Observatório da Imprensa, todos os dados e análises são abertos ao público. Saiba mais

Novo relatório do Atlas da Notícia aponta que 50 milhões de brasileiros vivem em deserto de rádio e TV locais
Volt Data Lab
Neste novo relatório, mostramos como 50 milhões de brasileiros (cerca de 25% da população) vivem em cidades onde não há presença registrada de emissoras de rádio nem de televisão, dois veículos que possuem uma penetração muito significativa no interior do país. Saiba mais


Código informativo

A nova função da notícia na guerra por corações e mentes
Carlos Castilhoa

Vocês já notaram como a TV Globo aumentou a frequência na divulgação de mensagens não comerciais envolvendo temas como direitos da mulher, respeito às diversidade social, igualdade de sexos, importância do agronegócios? Saiba mais
Novembro de 2017
Conheça a primeira fase do Atlas da Notícia
Equipe do Observatório da Imprensa

A primeira etapa do Atlas da Notícia foi lançada em novembro de 2017 na edição especial 965 do Observatório da Imprensa. Reveja os principais conteúdos daquela edição. Saiba mais
Checagem de informações
OIT ainda analisa denúncia sobre reforma trabalhista</a
Equipe da Agência Pública

A reforma trabalhista alterou disposições da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e tem sido alvo de críticas, intensificadas desde que as mudanças entraram em vigor, em novembro de 2017. Saiba mais
Entre o clientelismo e o menor esforço
O jornalismo local falha com a democracia
Eduardo Nunomura
Uma imprensa local fraca implica em uma democracia nacional fraca? Essa questão me perseguiu (e ainda persegue) por anos e fiz dela meu objeto de pesquisa na Universidade de São Paulo. Saiba mais

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Últimos dias para inscrição na oitava edição do Prêmio Estácio de Jornalismo
Premiação distribuirá um total de R$ 125 mil entre as melhores reportagens nas mídias de rádio, TV, impresso e internet
   O Prêmio Estácio de Jornalismo, que tem o objetivo de fomentar a produção pela imprensa de matérias jornalísticas que abordem o Ensino Superior no Brasil, abre inscrições para a oitava edição. O prêmio é hoje o mais importante e tradicional dedicado exclusivamente à temática e contemplará reportagens inéditas de todas as regiões geográficas do território nacional, que tenham sido publicadas ou veiculadas entre os dias 11 de junho de 2017 e 2 de julho de 2018.
Desde a sua criação, a coordenação do prêmio vem percebendo que, além do crescimento do número de reportagens inscritas, há um aumento expressivo da qualidade e da diversidade de temas propostos. Matérias cada vez mais elaboradas e estruturadas mostram que os jornalistas estão se dedicando e se aprofundando para produzir mais trabalhos de “fôlego” sobre o ensino superior. A Estácio acredita que as boas produções podem contribuir e trazer para sociedade mais conhecimento e mostrar a real missão do ensino superior e como ele pode transformar vidas.
Até o momento, o prêmio registrou a participação de mais de mil jornalistas e profissionais de imprensa, que inscreveram mais de 1.800 reportagens veiculadas em 26 estados e no Distrito Federal. Foram mais de 100 premiados, entre concorrentes individuais e equipes.
INSCRIÇÕES E PREMIAÇÃO
O prêmio conta com uma plataforma online de inscrição, que poderá ser acessada por meio do site oficial do concurso. O processo de inscrição é prático, seguro, rápido e é possível fazer o upload dos arquivos das reportagens via plataforma. As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 5 de julho de 2018. Cada concorrente poderá inscrever até 5 (cinco) matérias.
A edição 2018 distribuirá 9 (nove) prêmios no valor total bruto de R$ 125.000,00 (cento e vinte e cinco mil reais), os quais sofrerão os devidos descontos legais, divididos da seguinte forma:
PRÊMIO PRINCIPAL
R$ 25.000,00
MÍDIAS
MODALIDADE
NACIONAL
MODALIDADE
REGIONAL
Impresso (jornal e revista)
R$ 15.000,00
R$ 10.000,00
TV
R$ 15.000,00
R$ 10.000,00
Rádio
R$ 15.000,00
R$ 10.000,00
Internet
R$ 15.000,00
R$ 10.000,00
Todos os vencedores receberão certificado e troféu alusivos à premiação.
JULGAMENTO
A apreciação das reportagens será realizada em três etapas:
Na primeira etapa, uma comissão da Estácio ficará encarregada de fazer uma pré-seleção dos trabalhos. Caberá a esta comissão averiguar se os trabalhos inscritos seguem os critérios definidos pelo regulamento.
As reportagens que atenderem aos critérios do regulamento serão encaminhadas para a Comissão de Seleção. Esta comissão será integrada por professores universitários de Jornalismo da Estácio, com atuação no mercado de trabalho em várias partes do país. Caberá a eles indicar os 3 (três) finalistas de cada categoria (Impressa, TV, Rádio e Internet), nas modalidades Nacional e Regional.
Na terceira e última etapa, uma Comissão de Premiação, composta por formadores de opinião de projeção nacional, terá a função de indicar os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2018 em cada categoria e também o vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo. Os membros da Comissão de Premiação serão conhecidos e divulgados ao longo do processo.
RESULTADOS
Os finalistas terão seus nomes divulgados em setembro e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em lugar e data a serem divulgados oportunamente.
MAIS INFORMAÇÕES
André Marins
(21) 3311-9835
Fernanda Franciosi
(21) 3311-9359
Gabriel Torres
(21) 3311-9359
E-mail
imprensa@estacio.br
Site
www.premioestaciodejornalismo.com.br
Facebook
www.facebook.com/PremioEstacioDeJornalismo

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António Nóvoa é o convidado de estreia do programaExibindo Novoa-Coimbra2016.jpg
Educar em Rede – Diálogos

Educador português participa do lançamento da série de diálogos com notáveis, que marca a celebração dos 20 anos do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – ICEP

O Instituto Chapada de Educação e Pesquisa – ICEP lança o primeiro encontro da série / Programa Educar em Rede – Diálogos, com o educador português António Nóvoa. Dias 07 e 08 de julho, educadores de todo o país participam desses encontros, que acontecerão em Salvador-BA e no município de Seabra-BA (Chapada Diamantina), com um dos maiores pensadores da educação na atualidade, autor de mais de duas centenas de trabalhos científicos na área de História e Educação.

Em Salvador, o evento acontecerá no Sheraton da Bahia Hotel, dia 07 de julho, e em Seabra, na Chapada, ocorrerá em parceria com o campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), dia 08 de julho. A ação Educar em Rede – Diálogos faz parte das comemorações dos 20 anos do ICEP e integra o programa de disseminação de conhecimento em educação do Instituto. “Estrear essa série de encontros com António Nóvoa é um privilégio”, afirma a Diretora Pedagógica do ICEP, Elisabete Monteiro.

Doutor em Educação pela Universidade de Genebra, Nóvoa é reitor honorário da Universidade de Lisboa e professor convidado em Colúmbia (Estados Unidos), Oxford (Inglaterra), Paris 5 (França). Ele coleciona condecorações, como a da Ordem do Rio Branco, do Brasil. Dono de um pensamento crítico apurado e atento aos desafios do mundo da educação na contemporaneidade, Nóvoa é membro do conselho consultivo do ICEP.

Tecnologia e Inovação Social pela Educação

O Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (ICEP) é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para tornar realidade o sonho do acesso universal à educação pública de qualidade. Sua atuação tem como princípio um modelo inovador enquanto tecnologia social, desenvolvido pelo próprio instituto e batizado como Territórios Colaborativos pela Educação. Todo o conjunto de profissionais da educação – além de pais, estudantes e representantes da sociedade civil – são envolvidos na busca das transformações desejadas para a melhoria do sistema educacional das regiões em que o ICEP atua.

ICEP em Números – 2016
§ 1.624 Escolas
§ 172.725 Estudantes
§ 10.159 Professores
§ 1.092 Coordenadores Pedagógicos
§ 1.906 Gestores Escolares
§ 96 Diretores Pedagógicos
§ 81 Supervisores Técnicos
§ 630 Membros das Comissões de Avaliação das Políticas Educacionais
Serviço
Educar em Rede – Diálogos | com António Nóvoa
07/julho – Salvador-BA, das 9h às 12h, no Sheraton da Bahia Hotel.
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1537 – Campo Grande.
08/julho – Seabra-BA, das 9h às 12h, Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, no campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
Endereço: R. Padre Justiniano Costa.
Investimento: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)
Inscrições e informações: institutochapada@institutochapada.org.br
Informações à imprensa:
Núbia Cristina
Analista de Comunicação – ICEP
(71) 3052-0901/ 99197-7494
Email: nubiacristina@institutochapada.org.br
Área de anexos

secom __

Posted: May 19, 2017 in assessoria, comunicação, secom

Governo do Estado lança edital do Hospital Metropolitano
O Governo do Estado publicou na edição do Diário Oficial desta sexta-feira (19) o edital para construção do Hospital Metropolitano, que será construído no município de Lauro de Freitas, ao lado da Via Parafuso. O anúncio foi feito nesta manhã pelo governador Rui Costa em suas redes sociais.

Com o investimento estimado em R$ 150 milhões, a unidade será referência para casos de urgência e emergência, trauma, acidente vascular cerebral (AVC) e contará com 265 leitos, sendo 30 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI). Um dos destaques do projeto é a Unidade de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral (UAVC), que atende pacientes acometidos pelo Acidente Vascular Cerebral (isquêmico, hemorrágico ou ataque isquêmico transitório), na fase aguda, ofertando tratamento trombolítico venoso, reabilitação precoce e investigação etiológica completa. Também disponibilizará serviços de alta complexidade em neurocirurgia.

O hospital contará com oito salas de cirurgia e enfermarias nas especialidades de clínica geral, clínica cardiológica, clínica neurológica, cirurgia geral, cirurgia urológica, vascular, gastro e neurológica. Terá ainda setor de imagem e diagnóstico para realização de exames como tomografia, ressonância magnética, ecocargiograma e ultrassom. Um heliponto também será construído para uso nos casos mais urgentes.

A unidade será referência para os municípios de Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões FIlho e Vera Cruz.
Foto: Pedro Moraes/GOVBA


Resultado de imagem para noam chomsky10 estratégias de manipulação da mídia – Noam Chomsky

Por Redação –  http://embed.voxus.tv/player/midcontent/?channel_id=397

1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).

 2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado “problema-ração-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e desnecessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

 5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.

6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos…

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.

9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!

10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.  VIA: Adital

10 estratégias de manipulação da mídia – Noam Chomsky

 

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Posted: February 16, 2017 in bahiatursa_, comunicação

Turbantes e pinturas tribais nas
boas vindas aos turistas que chegam à Bahia
Baianas, minitrio e pocket show integram ações da Bahiatursa no Aeroporto, Rodoviária, Mercado do Rio Vermelho e Porto de Salvador durante o Carnaval
Na terra, no mar ou no ar, o turista que vier curtir o Carnaval da Bahia terá uma programação especial que o deixará no clima da folia assim que chegar ao estado. A Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa) faz receptivo, a partir do dia 23, quinta-feira, nos postos de informações turísticas instalados no Aeroporto Internacional de Salvador, Rodoviária e Mercado do Rio Vermelho, além do Porto de Salvador.
Baianas tipicamente trajadas darão boas vindas aos turistas nos dias 23 e 24, das 9 às 21 horas, na área externa dos portões de desembarque nacional e internacional do Aeroporto. Na área interna nacional, onde os turistas poderão fazer pinturas tribais no corpo, um grupo de samba de roda alegrará os passageiros das 9 às 11h30.
A ação com baianas se repete nos mesmos dias no desembarque da Estação Rodoviária e no Mercado do Rio Vermelho, este último com receptivo também no dia 25, das 9 às 19 horas, além de um pocket show com músicas carnavalescas às 12 horas nos dois primeiros dias.
Uma oficina de turbantes acontece na área interna do desembarque nacional, nos dias 24 e 25, no Aeroporto de Salvador, para caracterizar o turista que quiser chegar já com a indumentária baiana. “Vamos aproveitar a magia que são as tradições locais e mostrar a alegria da Bahia já na chegada dos turistas”, garante o superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado.
No dia 28 de fevereiro, a ação acontece no Porto de Salvador, das 15 às 20 horas, onde aportam os navios Sovereign e MSC Prezioza, com capacidade para mais de sete mil passageiros, procedentes, respectivamente, do Rio de Janeiro e de Santos. O Rixô Elétrico e baianas distribuindo fitinhas do Senhor do Bonfim darão o clima da folia no espaço no Comércio.
O receptivo é realizado pela Coordenação de Informações Turísticas e Atendimento da Diretoria de Operações Turísticas da Bahiatursa e tem também como objetivo divulgar o São João da Bahia. Para o diretor de Operações Turísticas, Paulo Vital, trata-se de um serviço necessário para a captação de turistas, que mostra a tradição baiana na arte de fazer amigos e receber bem os visitantes. “A simpatia baiana será a atração principal para que essas pessoas se sintam em casa e queiram voltar para conhecer outros atrativos do estado”.
Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa)
Ascom 3116-6870
www.bahiatursa.ba.gov.br
www.bahia.com.br
decomredacao@bahiatursa.ba.gov.br

Festa do Snhor do Bomfim _ Solange Rossini, Decom, Bahiatursa


má postura com mochilas -g searchEspecialista dá dicas de como evitar problemas com o uso inadequado da mochila
  Além do peso, a fisioterapeuta afirma que devem ser tomados cuidados com o tipo de mochila e com a forma de uso
Salvador, 25 de janeiro de 2017 – A partir de 01 de fevereiro começam as aulas na maioria das escolas. Uma preocupação que os pais devem ter é com o peso que será colocado nas mochilas dos filhos. A coordenadora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Estácio da Bahia, a doutora Thays Freitas, dá algumas dicas de como evitar os problemas provocados pelo excesso de peso.
De acordo com a fisioterapeuta, o peso e o tipo de mochila utilizado por crianças e adolescentes podem originar sérios problemas de postura, por possuírem ação direta na coluna vertebral, gerando uma lesão por sobrecarga devido ao seu uso contínuo. “Um dos acometimentos mais comuns é a hipercifose, conhecido popularmente como corcunda. A criança curva os ombros para frente para equilibrar o peso da mochila e o seu peso corpóreo acentuando a hipercifose”, destaca Thays.
A professora informa que na mochila não deve ser carregado mais do que 10% do peso corporal. Então, por exemplo, uma criança que possui 40 quilos não deve carregar mais que 4 kg nas costas.
Além do peso, Thays ressalta que devem ser tomados cuidados também na hora da escolha da mochila e na forma de uso. “Quando escolher as mochilas, observe se elas possuem alças largas e acolchoadas, pois elas distribuem melhor o peso por atenderem uma área maior dos ombros e minimizam a sobrecarga sobre os mesmos”, explica.
 Segundo a professora, a mochila deve ser posicionada de forma que fique centralizada na coluna vertebral com as alças ajustadas simetricamente nos ombros. Desta forma, há uma distribuição adequada do peso, minimizando a necessidade de inclinações para compensações, pois estas geram sobrecarga nos músculos, ossos e articulações, o que potencializa o desenvolvimento de dores e lesões. “O ajuste das alças deve feito de acordo com o tamanho da criança, reguladas de forma que a parte inferior da mochila fique na linha da cintura ou um pouco abaixo, mas nunca abaixo da altura dos glúteos”, afirma.
 Thays diz que as mochilas com rodinhas também são aceitáveis, desde que respeitem a carga de no máximo 10% do peso corporal. A fisioterapeuta também recomenda alguns cuidados ao puxá-las para que não gerem lesões. “As crianças não devem estar inclinadas para trás, nem devem ter que girar o tronco em grande amplitude para carregar a mochila, que deve ficar próxima ao corpo, quase ao lado e na altura da cintura para que a criança ande ereta e não posicione a mão muito para trás”, explica a professora.
   Sobre a Estácio
  A Estácio, uma das maiores e mais respeitadas organizações educacionais do Brasil, atua há 46 anos no segmento de ensino superior. Fundada no Rio de Janeiro, a Estácio está presente em 22 estados e no Distrito Federal, contando com mais de 500 mil alunos matriculados e uma estrutura de 5 mil colaboradores e 9 mil professores.

A Estácio oferece cursos reconhecidos pelo MEC, com elevados conceitos de qualidade, nas modalidades presencial e à distância, de Graduação (Tradicional e Tecnológica) e Licenciatura, nas áreas de Ciências Exatas, Biológicas e Humanas e, também, cursos de pós-graduação lato sensu. Os cinco cursos de Mestrado e três de Doutorado (Direito, Odontologia e Educação) oferecidos pela instituição são avaliados com elevados conceitos de qualidade pelo MEC (CAPES). São desenvolvidos e ofertados, ainda, pela instituição, soluções de educação para empresas e cursos de extensão.
Cada vez mais comprometida com sua missão de “Educar para Transformar”, a Estácio mantém seus currículos totalmente alinhados às necessidades do mercado de trabalho e à evolução profissional dos alunos; e aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado. Respeitadas as regionalidades e a contribuição individual de cada professor, o modelo de ensino da Estácio é nacionalizado e os conteúdos, padronizados. Todos os alunos recebem material didático gratuito, de alto nível, em uma cadeia totalmente sustentável.
 Assessoria de Imprensa (BA)
Qualidade.Com Marketing e Comunicação
Coordenação: Núbia Cristina Santos
Atendimento: Renato Barbosa
Contatos: (71) 2137-9890; 99192-5807