Archive for the ‘cidadania’ Category

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Posted: July 10, 2019 in capacitação, cidadania

MOC por  sendgrid.net

Nº 634: 09 de Julho de 2019:  Feira de Santana-BA
ENCONTRO ESTADUAL DAS JUVENTUDES
Juventudes em ação para elaboração participativa de projeto social

O Movimento de Organização Comunitária (MOC), participou entre os dias 03, 04 e 05 de Julho, do curso para elaboração participativa de projeto social, que faz parte do II Módulo de Diagnóstico Participativo Rural- DRP, com o consórcio das juventudes da Bahia em parceria do MOC, SASOP, EFASE e apoio da TdH. Participaram do encontro as Juventudes acompanhadas pelo MOC, SASOP e EFASE e dois técnicos/as destas Instituições. Essa atividade está sendo realizada por todas essas organizações que comungam das mesmas lutas e por um sertão mais justo e igualitário. O objetivo do encontro foi desenvolver habilidades das juventudes e de técnicos das ONGs do Consórcio, a fim de socializar e refletir sobre o processo de vivência como pesquisadores durante a construção do Diagnóstico Rural Participativo (DRP) – nos territórios, destacando a importância, as lições / aprendizados e significados como primeira etapa de elaboração de projetos sociais. Além de conhecer e formular os marcos referenciais para elaboração de projetos sociais. “O encontro foi mais um passo importante na construção de um projeto social para/com as Juventudes Rurais do Semiárido Baiano, ou seja, jovens sendo protagonista nesse processo. E assim resultou em uma troca maravilhosa de experiências, energia, integração e vivências dos DRPs. O MOC acredita nesta luta e segue resistente Por um Sertão Justo”, frisou a técnica do MOC, Robervânia Cunha. Durante a programação foram feitos alguns encaminhamentos para o próximo módulo que vai ser realizado em agosto, será a continuação desse curso para elaboração de projetos sociais, que tem como ênfase a construção de um projeto junto com a juventude. Foi um encontro com muitas reflexões, muito compromisso, entrega dos jovens que participaram durante os três dias de evento com exibição de filmes, construção dos indicadores, análise da vivência dos DRPs nos territórios, reflexão nos coletivos, atividades Inter módulo, avaliações, místicas, e um momento de lutar por um sertão mais Justo e por um espaço nas comunidades rurais em que eles possam ter protagonismo. Leia matéria completa no site do MOC.
 
PLANEJAMENTO
MOC participou de Oficina de Planejamento do P1MC e do Cisternas nas Escolas em Recife
O Movimento de Organização Comunitária (MOC), participou entre os dias 03 e 05 de Julho, em Aldeia, na região metropolitana de Recife, do Encontro de Planejamento do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e do Projeto Cisterna nas Escolas. Estão presentes organizações executoras dos projetos de cinco estados do semiárido (Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco). Representando o MOC, participaram a Coordenadora Geral do MOC, Célia Firmo e a coordenadora do Programa de Água, Produção de Alimentos e Agroecologia, Ana Glécia. O Encontro de Planejamento do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e do Cisternas nas Escolas são uma das principais ações da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), e vem contribuindo para melhoria da qualidade de vida das famílias que vivem na região semiárida brasileira, garantindo acesso à água de qualidade para o consumo humano e das cisternas nas escolas. A Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), reuniu as organizações sociais que irão executar o projeto cisternas nas escolas com a tecnologia Tc 046/2017, com objetivo de refletir sobre a trajetória da execução das implementações de capitação e armazenamento de água da chuva, com atenção para as comunidades tradicionais, em especial os quilombolas. A ideia é que as comunidades quilombolas sejam priorizadas no atendimento. Esse encontro também tem o intuito de traçar estratégias e pensar junto com os programas, mecanismo de atuação junto ás comunidades quilombolas da região, durante os três dias de planejamento com muita imersão e trocas. Na programação do encontro muitos debates em grupo, diálogos, mesas e avaliações. Leia matéria completa no site do MOC.
 
PROJETO ECOFORTE
Amigas da Caatinga: fortalecimento às produções agroecológicas por uma economia justa para as mulheres do campo
Os empreendimentos ligados à economia solidária são iniciativas coletivas que agregam relações de trabalho afetivo, digno, solidário e com equidade de direitos. Atuam expressivamente nas dimensões econômicas, sociais, ambientais, culturais e territoriais. A prática da economia solidária tem contribuído de forma significativamente para o desenvolvimento das comunidades rurais especialmente para grupo de produções formado por mulheres e tem expandido as oportunidades de emprego e renda. Nesse sentido entidades como o Movimento de Organização Comunitária (MOC), buscam fortalecer e contribuir com o desenvolvimento dos empreendimentos solidários para garantir o melhoramento e ampliação das ações ligadas a organização produtiva de agricultoras familiares além de potencializar a comercialização através do acesso aos mercados, assim como vem sido apresentado e aceito o Projeto Amigas da Caatinga. O projeto é uma ação do Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica – ECOFORTE e tem como objetivo a estruturação de cem Unidades de Referência relacionadas à produção orgânica, extrativista e de base agroecológica nos municípios de Araci, Barrocas, Feira de Santana, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Santanópolis, Santaluz, e Teofilândia. Segundo Marisa Cerqueira, coordenadora do Projeto pelo MOC, relata a motivação das famílias agriculturas. “Todos e todas tem ficado animados com a proposta e demonstraram bastante interesse, visto que é uma oportunidade, especialmente para os/as jovens e as mulheres, que dependem da produção agropecuária e necessitam acessar novos mercados”. Leia matéria completa no site do MOC.
ENCONTRO DE SISTEMATIZAÇÃO
MOC realizou encontro de sistematização com as juventudes
Aconteceu entre os dias 27 e 28 de junho, no município de Retirolândia, um Encontro de Sistematização Territorial da Pesquisa com Juventudes. Esse encontro faz parte do consórcio das juventudes da Bahia entre Movimento de Organização Comunitária (MOC), SASOP, EFASE e com apoio da TdH. Esse encontro teve o objetivo de sistematizar o diagnóstico rural participativo com as juventudes dos territórios Bacia do Jacuípe e Sisal. Além de compartilhar as experiências das juventudes na aplicação do diagnóstico, analisar as categorias do diagnóstico a luz das ferramentas aplicadas e também organizar a instalação pedagógica para socialização no encontro estadual de sistematização. Durante o evento os/as jovens multiplicadores aplicaram as vivências no processo das ferramentas (percepção pessoal-sentimentos), identificaram as informações a partir das ferramentas que respondem as categorias e analisaram os desafios e aprendizados da caminhada do Diagnóstico Rural Participativo (DRP). Aconteceu também uma visita para conhecer os painéis a partir de todas as informações/elementos/dados coletados e foram analisados em forma de carrossel. E ainda ocorreu uma preparação da Instalação Pedagógica para apresentação da Sistematização do II módulo de formação que vai acontecer entre os dias 02, 03 e 04 de julho.
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AGENDE-SE03/07- Encontro com agricultores da Feira Agroecológica – Nova Fátima;
15/07– Encontro com os EES do território do sisal da cadeia produtiva da fruticultura- Serrinha;
23 á 24/07- IV encontro com as entidades de ATER do Bahia Produtiva- Salvador;

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The Intercept Brasil

Posted: July 1, 2019 in cidadania, jornalismo

O Intercept Brasil publica hoje mais uma história exclusiva. Durante três meses investiguei as relações das dinastias que dominam a Justiça Federal no Amazonas. Partindo de uma denúncia anônima, encontrei casos que ilustram os abusos existentes nas entranhas do judiciário. Ganhos milionários, favorecimentos, negociações suspeitas e nepotismo. O TJ amazonense é um negócio para poucas e abastadas famílias.

Identifiquei sete famílias com grande influência para agregar parentes no tribunal. Isso pode acontecer através do possível beneficiamento em concurso público ou da distribuição de cargos de confiança com gratificações generosas.

Uma das histórias que conto é a da família Caminha, dos gêmeos Igor e Yuri Caminha Jorge, filhos da desembargadora Nélia Caminha. Eles foram aprovados em um concurso para juiz que oferecia 23 vagas, ficando no 34º e 43º lugar, respectivamente.

Uma semana após a publicação do resultado, um deles participou, acompanhado da mãe, de uma reunião entre o presidente do tribunal e uma comissão de aprovados. O encontro tratou da necessidade de agilizar a nomeação de mais juízes. Um mês depois o tribunal encaminhou um projeto de lei que criava 12 cargos de juízes auxiliares e seis meses depois do resultado do concurso Igor e Yuri foram chamados para assumir o cargo que atualmente lhes garante um salário bastante generoso.

As relações familiares do TJ amazonense já chamaram atenção do Conselho Nacional de Justiça. Solicitei ao CNJ, por meio da Lei de Acesso à Informação, o resultado da inspeção que foi realizada no estado em 2017, mas o Conselho negou, violando a Lei – como o próprio CNJ deveria saber. Recorri e não obtive resposta.

Esta não foi uma apuração difícil apenas porque me negaram acesso a documentos que deveriam ser públicos. Nos quatro dias que passei em Manaus apurando informações, sofri duas ameaças de processo.

O que judiciário tem a esconder? Nós, mais uma vez, te contamos com exclusividade.

Não deixe de ler a matéria e lembre-se: nossa independência e ousadia dependem diretamente dos nossos leitores. O Intercept Brasil pode fazer investigações como essa porque vocês nos apoiam e espalham nossas reportagens. Talvez a próxima história possa ser do seu estado.

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Nayara Azevedo
Correspondente para o Norte e Nordeste, The Intercept Brasi  l
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As mensagens secretas da Lava Jato

Uma enorme coleção de materiais nunca revelados fornece um olhar sem precedentes sobre as operações da força-tarefa anticorrupção que transformou a política brasileira e conquistou a atenção do mundo.LEIA MAIS →

O fim de uma facção

Cecília Olliveira, Yuri EirasAs traições, prisões e batalhas perdidas que marcam a queda de uma das mais poderosas organizações criminosas do Rio de Janeiro.

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‘Por que esse homem ainda tá vivo’?

Sabrina FelipeA vida dos Akroá-Gamella dois anos após terem as mãos decepadas.

 

 

psico’s

Posted: June 26, 2019 in ciência, cidadania

Quem resiste a um psicotécnico no governo?
Olhem bem suas caras, seus olhares, suas falas
17/05/2019 – 00:00

Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play!Ouça este conteúdo  http://bit.ly/2kpsico

Falar em doença mental é coisa antiga e embute muitos preconceitos e ignorância. Muita gente sofre de distúrbios psiquiátricos, mas não os admite. Psicanalistas e terapeutas têm cada vez mais pacientes e impacientes que precisam de ajuda. Não é crime, não é pecado, não é vergonha, nem culpa de ninguém: é da natureza da humana.
inRead invented by Teads
Problemas psiquiátricos não foram obstáculo para grandes líderes. Depende do que fizeram deles. Winston Churchill era um bipolar clássico, alem de alcoólatra, e foi quem foi. Deprimido desde jovem, Gandhi tentou o suicídio duas vezes antes de canalizar os seus sofrimentos para a luta pacifista. Martin Luther King, com seu otimismo suicida, também era um típico bipolar. Vítima de poliomielite e de depressão, em sua cadeira de rodas, Franklin Delano Roosevelt encontrou na doença a força para tirar os Estados Unidos da Grande Depressão e enfrentar Hitler.
Mas pessoas com transtornos psiquiátricos graves não estão aptas para várias atividades cotidianas de risco e responsabilidade com o cidadão e a sociedade, embora autoridades dos Três Poderes possam tomar decisões políticas e econômicas desastrosas, fazer desatinos fiscais e administrativos, prender e soltar, afetar a vida de milhões de cidadãos.
Uma avaliação psicotécnica rigorosa e independente certamente nos teria poupado de Jânio Quadros e toda a desgraça que se seguiu.
E teria nos livrado de Collor, com seus evidentes sintomas de distúrbios sérios. É só olhar no olho.
Entre os que hoje estão nos poderes, quem resistiria a uma bateria de exames psicotécnicos? Quem tem problemas psiquiátricos graves e está mexendo com a vida, e a sanidade mental, de tanta gente?
Olhem bem suas caras, seus olhares, suas falas, e vejam que algumas altas autoridades não estão em pleno gozo de suas faculdades mentais, o que não se confunde com inteligência ou burrice, mas junto com incompetência é fatal.
Só isso pode explicar tanta coisa que se tem visto e ouvido. Cegos guiados por loucos rumo ao abismo, diria o Rei Lear. 

 

Ascom Cultura

Posted: June 25, 2019 in cidadania, secult_

Últimas semanas para inscrição na 3ª chamada do Edital de Mobilidade Cultural
Interessados podem inscrever-se online até 27 de junho
O prazo para envio de propostas para a 3ª chamada do Edital de Mobilidade Cultural 2019, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), finaliza em 27 de junho. As inscrições ocorrem por meio do módulo Clique Fomento do Sistema de Informações e Indicadores em Cultura (SIIC), disponível no endereço eletrônico https://siic.cultura.ba.gov.br/.
O valor disponível para a chamada é de R$ 400 mil, provenientes do Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA). O objetivo do edital é oferecer apoio financeiro à mobilidade de projetos culturais, a serem realizados por artistas, grupos, coletivos e agentes culturais, dos 27 territórios de identidades da Bahia, em outros estados brasileiros e países. Os selecionados realizarão viagens entre novembro de 2019 e janeiro de 2020.
Podem participar pessoas jurídicas e físicas a partir de 10 anos. No caso dos menores de idade, a inscrição deve ser realizada por um representante legal. As linhas de apoio contempladas pelo edital são: Formação Artística e Cultural; Residência Artística e Cultural; Intercâmbio e Cooperação Cultural; e Circulação, Difusão e Promoção. Mais informações, documentos importantes e o edital estão publicados no site da SecultBA: www.cultura.ba.gov.br
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em quatro (4) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais 17/06/2019
Assessoria de Comunicação – Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA
Telefone: (71) 3103-3442 / 3452
Email: ascom@cultura.ba.gov.br 
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moc_

Posted: June 7, 2019 in ação social, capacitação, cidadania

 Nº 632 – 06 de Junho de 2019 : Feira de Santana-BA
ATO POLÍTICO
Ato Político reúne agricultores e movimentos sociais pela aprovação da Lei de AgroecologiaMais de 200 agricultores familiares e representantes de movimentos e organizações de todo o estado se reuniram ontem (05/06), Dia Mundial do Meio Ambiente, num ato político para cobrar a aprovação e a implementação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica na Bahia. A iniciativa aconteceu na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), promovida por diversos movimentos sociais, junto à Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia e o deputado estadual Marcelino Galo. O projeto encontra-se atualmente na Casa Civil e há uma pressão da sociedade para que seja encaminhado pelo Governo do Estado para aprovação na Assembleia Legislativa. Pela manhã, a programação contou com a palestra Transição Ecológica – Caminhos da Sustentabilidade, com Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Àbramo, economista e professor da Unicamp. O economista falou sobre a necessidade da transição ecológica para um ambiente sustentável e sobre o atual modelo de consumo. “Não é possível que a produção de bens materiais continue a todo vapor, porque isso significa o esgotamento dos bens naturais e a ameaça da vida. As políticas até hoje criadas só mitigam o problema ambiental, mas não interrompe esse modelo feroz de produção e consumo. É necessário passarmos pela transição ecológica e que esta seja o centro de uma perspectiva de sociedade, seja na educação, saúde ou em outras áreas. Precisamos conversar com as pessoas que é possível viver melhor com menos. O amanhã para existir precisa de uma atitude positiva com o meio ambiente hoje”, aponta. Leia matéria completa no site do MOC. 
AUDIÊNCIA PÚBLICA
Projeto Mulheres da Águas realiza mais uma jornada formativa com mulheres do Semiárido
Aconteceu na terça-feira (21), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador, uma audiência pública sobre os direitos das crianças e dos adolescentes. A audiência discutiu ações para fortalecer e integrar as políticas destinadas à criança e ao adolescente no estado, sendo uma iniciativa das Comissões de Direitos Humanos e Educação da ALBA, em parceria com o Conselho e o Fórum Estadual dos Direitos da Criança e dos Adolescentes (CECA) e (FDCA). O Movimento de Organização Comunitária (MOC) esteve presente na pessoa de Vera Carneiro, presidenta do Conselho Estadual da Craiança e do Adolescente (CECA), técnicas de base, crianças, adolescentes e jovens dos municípios de Retirolândia, Santaluz, Conceição do Coite, Serrinha e Quijingue assistidas pelo MOC. Durante a audiência foram debatidas estratégias para reforçar o trabalho da rede de entidades que atuam em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. Além de parlamentares, participaram representantes de órgãos governamentais e de organizações da sociedade civil da capital e do interior que têm se articulado para enfrentar o contexto de violência, aumento do trabalho infantil, abuso e a exploração sexual, pobreza, volta da fome, além dos efeitos dos cortes das políticas públicas e do orçamento federal. Em uso da palavra, Vera Carneiro trouxe levantamentos sobre a situação de vulnerabilidade das crianças na Bahia e também sobre os processos históricos. ”E quando nós chamamos para uma audiência pública, é porque nós estamos sentindo que o estado da Bahia precisa realmente e isso é uma construção, como diz o Estatuto da Criança e do Adolescente e a própria Constituição Federal, diz que a criança ela precisa ser prioridade, é um dever, uma obrigação, não só do estado como de toda sociedade. Então, aqui tem várias Organizações da Sociedade Cívil aqui presentes, o próprio Fórum, vários conselheiros porque nós entendemos que precisamos realmente dar as mãos no sentido de resistência, de um momento tão importante da conjuntura política que nós vivemos, de destruição dos conselhos ,da destruição da participação popular, da participação direta, da democracia participativa que o conselho é uma expressão dessa constituição de 1988 e de outras formas de participação como essa audiência pública. Nós não podemos permitir que isso seja destruído do nosso país, nós precisamos cada vez mais está fortalecendo e para sair dessa situação que nós estamos somente com os processos mais democráticos, mais participativos e encontrando soluções ”, frisou Vera Carneiro. Leia matéria completa no site do MOC.
REUNIÃO
MOC reúne Diretores e Coordenação Executiva
Aconteceu, dia 29 de maio, na sala de reunião Albertino Carneiro, na sede do Movimento de Organização Comunitária (MOC), reunião com a Diretoria do MOC junto com sua coordenação executiva e coordenadoras dos Programas. Na reunião tratou-se de assuntos institucionais, homenagens e algumas deliberações.
Para o presidente do MOC, Prof. Jorge Nery, que assumiu recentemente a pasta, reiterou agradecimentos e confiança ressaltando a importância da entidade ao logo de seus 50 anos, e que representa uma luta constante em prol dos que mais precisam.Em tempo, convidou Prof. José Jerônimo de Morais, para conduzir a homenagem ao Dr. João Batista, membro e ex-diretor do MOC. Foi entregue uma placa e uma carta contendo passagens bíblicas e referências de seu trabalho, dedicação, respeito e ética diante de suas responsabilidades e comprometimento. Dr. João Batista ressaltou “num espaço que esteja Albertino, Naidson, Prof. Jerênimo, ter interesse de ouvir é de uma grandeza que a gente só pode colher e fazer o bem”. Batista também fez referência a sua missão “a gente escolhe como ajudar as pessoas, eu escolhi, dentre outras ações, fazer minha missão no MOC. O MOC é uma lição de vida”. O presidente relembrou e homenageou da importância do Prof. Ildes Ferreira, que foi técnico e Secretário Executivo do MOC, muito contribuiu na construção da entidade e de ações que transformaram a Semiárido baiano. Albertino Carneiro trouxe lembranças da atuação de Ildes reforçando sua luta e dedicação ao MOC. Leia matéria completa no site do MOC.
ATO DE POSSE
Aconteceu uma Assembleia Geral de Eleição e Posse para nova diretoria do CODETER
Aconteceu na última quinta-feira (30), na cidade de Capela do Alto Alegre-Ba, uma Assembleia Geral de Eleição e Posse, na oportunidade as entidades filiadas votaram para eleger a nova diretoria do Colegiado Territorial de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Jacuípe (CODETER). A eleição contou com a participação de membros da Sociedade Cívil e do Poder Público. Foi eleita a diretoria executiva formada por representantes da Sociedade Cívil, sendo estes Sara Geisa, do Programa de Fortalecimento de Empreendimentos Econômicos Solidários (PFEES) do Movimento de Organização Comunitária (MOC), o Presidente Eliezer Costa da Associação de Pequenos Produtores de Jabuticaba – APPJ MOC e Elizilda Fernandes da Cooperativa de Educação de Pé de Serra. Para Conselho Fiscal, foram eleitos 3 membros titulares e 3 suplentes tanto da sociedade civil como do poder público. A nova diretoria assume os trabalhos para o biênio 2019-2021 e diante do cenário político nacional, o Colegiado terá um árduo caminho de lutas e resistência que permeará na busca de fortalecimento das políticas públicas territoriais. Vale ressaltar que essa é a primeira oportunidade do MOC está integrando o CODETER Bacia do Jacuípe, que será ainda mais importante para ampliar as ações que norteiam as ações sociais da entidade prestadora de Ater, bem como fortalecimento da Política Territorial no Estado.
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AGENDE-SE
05 e 06/06: Plenária Estadual para a preparação da Marcha das Margaridas- Salvador;
06 e 07/06: Reunião RESAB- Juazeiro .
05 á 07/06: Festa da Semente da Paixão- Paraíba;
19/06: Audiência Pública sobre os ATER- Salvador;

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MOC participou de audiência pública sobre os Direitos das Crianças e dos Adolescentes na Bahia


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Dilma Resistente

moc _

Posted: May 7, 2019 in ação social, capacitação, cidadania

MOC por  sendgrid.netter, 30 de abr 17:10 (há 7 dias)
Nº 628: 30 de abril de 2019:  Feira de Santana-BA

LANÇAMENTO
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido aconteceu em Brasília
Aconteceu na manhã desta quarta-feira, 24 de abril, na Câmera dos Deputados, em Brasília, o Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido, reunindo representantes de movimentos sociais, de entidades da sociedade civil e parlamentares. “O objetivo principal é chamar a atenção sobre a importância de manter os programas e políticas de Convivência com o Semiárido, no orçamento do governo federal no próximo Plano Plurianual (2020-2023) ”. A Bahia esteve presente através do Coordenador da ASA-BA Naidison Baptista, o técnico do Movimento de Organização Comunitária (MOC) Clécio Lima e a agricultora Milena Souza, do município de Serra Preta, acompanhada pelo MOC por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural. Para a agricultora Milena Souza a Frente Parlamentar em Defesa do Semiárido é uma das formas de fortalecer as políticas em defesa da agricultura familiar. “Essa iniciativa me deixou com esperança e a certeza que temos parlamentares em defesa do nosso semiárido. Diante de um cenário onde estamos sofrendo tantos retrocessos, precisamos nos manter unidos e lutar juntamente com as instituições, que acreditam em dias melhores para o nosso semiárido”, ressaltou a agricultora. Vale ressaltar, que mesmo diante de conquistas e grandes transformações na região semiárida, com as ações de acesso à água para famílias agricultoras, através da captação e armazenamento de água, ainda há uma forte demanda de famílias sem cisternas que armazenam água para consumo humano e sem tecnologias que guardam água para produção de alimentos e criação animal. 
Leia matéria completa no site do MOC.
TECNOLOGIA
Feira de Santana teve experimento da tecnologia criada por jovem da Bahia que levou Prêmio nos EUA
A jovem Anna Luisa Santos, de 21 anos, que se formou em Biotecnologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2018, que criou uma tecnologia, batizada de “Aqualuz”, para filtrar água através da luz solar em regiões do Semiárido e levou prêmio nos EUA, junto a outros três estudantes que abraçaram a ideia, uma premiação de R$ 25 mil, com o segundo lugar na competição HackBrazil, evento brasileiro de tecnologia, em Boston (EUA), que premia iniciativas empreendedoras. A final aconteceu no dia 5 de abril durante a Brazil Conference, reunindo 400 startups de tecnologia na competição. A criação do sistema de filtragem sustentável, para ser ligado a cisternas que utiliza radiação solar, para tornar a água contaminada própria para consumo, em regiões que passa por logos períodos de estiagens, teve experimento implementado em cidades de quatro estados do Brasil, entre elas, na Bahia, o experimento foi feito no município de Feira de Santana, em cisternas de placas da família de Maria Normelia de Freitas comunidade Lagoa Grande, e outra da família de Lúcia Santana, comunidade Lagoa da Negra, ambas as comunidades do distrito de Maria Quitéria, que são acompanhadas pelo técnico Itamar Alves por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) pelo Movimento de Organização Comunitária (MOC) em parceria com a Cooperativa de Consultoria Pesquisa e Serviços de Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável (COOPESER). Segundo o técnico Itamar Alves que acompanhou a jovem, na implementação do experimento, foram quatro visitas nas cisternas das famílias, que receberam a tecnologia com muito gosto e curiosidade para saber sobre os benefícios poderia lhes proporcionar. 
Leia matéria completa no site do MOC.
FORMAÇÃO
Formação de Agentes Comunitários Rurais e Agentes Comunitários de Apicultura foi realizada em Santaluz
O Movimento de Organização Comunitária (MOC) realizou nos dias 23 e 24 de abril, no município de Santaluz, uma Formação dos Agentes Comunitários Rurais (ACR’s) e Agentes Comunitários de Apicultura (ACA’s), uma ação do projeto Bahia Produtiva, desenvolvido pelo Movimento de Organização Comunitária MOC, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Governo da Bahia. A atividade contou com a participação de 18 agentes ACR’s e ACA’s, os que já estavam no projeto I junto a novos integrantes que somaram a equipe para o projeto II. E foi conduzida pela técnica Reinilda Santos, o técnico Ivamberg Silva e a veterinária Josimari Alves, que fazem parte da equipe do Bahia Produtiva do MOC. A formação seguiu a luz de alguns propósitos como: promover a integração entre os agentes antigos e novos na dinâmica de execução do Bahia Produtiva, de modo que haja troca de saberes e fazeres, bem como de ânimo e disposição para retroalimentar a caminhada de quem já está em marcha e fortalecer aqueles/as que chegam para se juntar no caminho, bem como refletir sobre as corresponsabilidades individuais numa dinâmica de trabalho com entregas coletivas, como ainda Conhecer e profundar o Termo de Referência dos Agentes Comunitários Rural e Agentes Comunitários de Apicultura para reconhecimento das responsabilidades e serem assumidas na execução do projeto. Além disso, fez a retomar e aprofundar o conhecimento sobre os componentes políticos/pedagógicos (ações previstas) e as ferramentas de gestão da execução do projeto (diagnóstico e lançamento, atestes individuais e coletivos, projeto produtivo, planejamento e monitoramento mensal, assessoria às entidades [atas, cotação de preço e prestação de contas]). 
Leia matéria completa no site do MOC.
ASSEMBLEIA
MOC participou de Assembleia Codeter da Bacia do Jacuípe
O Movimento de Organização Comunitária (MOC) participou na última terça-feira (23) de abril, no município de Capim Grosso, através das técnicas Daiane Xavier, Margarida Souza, Sara Geisa e Sidineia Queiroz, da Assembleia Geral do Colegiado de Desenvolvimento Territorial (CODETER) do Território Bacia do Jacuípe. O momento foi conduzido pelo atual presidente do conselho de administração Hélio Alves, que apresentou o relatório da gestão 2017-2019, destacando avanços das ações previstas principalmente com a parceria da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Governo do Estado da Bahia. Ocorreu ainda algumas alterações no regimento interno do CODETER, no que se refere as normas eleitorais, discussão bastante produtiva, na qual definiu que cada entidade filiada deverá apresentar lista tríplice composta por homem, mulher e jovem de forma que obedeça ao estatuto, que preza pela participação equivalente de gênero. Na oportunidade instituiu a Comissão Eleitoral que irá organizar e conduzir a Eleição da diretoria, que está composta por cinco pessoas, sendo duas representando o poder público e três a Sociedade Civil. E assim, serão analisadas solicitações de filiação enviadas ao Colegiado, além disso, avaliará também a participação das filiadas nas atividades deste Colegiado, visando cumprir a norma estatutária que prevê o voto para entidades que estejam participando ativamente. Para Sara Geisa é importante fortalecer este espaço, pois é através dele que discutimos a política de desenvolvimento territorial, que busca estratégias efetivas para sanar as diversas necessidades ambientais, educacionais, sociais, entre outras.
SEMINÁRIO
MOC participou de Seminário Municipal sobre as perspectivas da Juventude Rural em Ichu
Na sexta-feira (26) de abril, teve Seminário Municipal sobre as perspectivas da Juventude Rural na Construção de um Sertão Justo no município de Ichu. Uma multiplicação do Seminário Regional que faz parte das ações do MOC em parceira com a Actionaid e contou com apoios locais. “Somos semente de uma nova Nação”. Essa força juvenil que caminhou na atividade envolvendo muitas dinâmicas, reflexões, prosas, debates e trabalhos em grupos sobre as lutas da juventude por mais oportunidades e direitos que devem ser garantidos pelas políticas públicas. Desse modo, temas como inclusão do jovem com necessidades especiais, protagonismo, empreendedorismo violência de gênero, entre outros, foram pautas importantes neste dia, na linha da construção do Sertão Justo, apontando os desafios e as resistência nessa caminhada. Watson Santana portador de deficiência visual, estudante de pedagogia na UNEB campus XI Serrinha, sobre o direito à acessibilidade que precisa ser garantido através de órgãos públicos ou privados, para gerar as diversas mudanças nas condições de acesso a aos espaços, permitindo aos portadores de deficiência uma maior aproximação aos serviços prestados à coletividade.
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