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Uma nova era para as marcas business-to-consumer-B2C
sábado, 17 de agosto de 2019
Sergio Mansilha Visualizar meu perfil completo

Os consumidores já não compram apenas com base no produto ou no preço. Eles estão no mercado para comprar experiências, essa é a palavra que está regendo o mercado. Assim, as marcas estão enfrentando uma concorrência sem precedentes de seus pares, bem como indústrias adjacentes na economia em desenvolvimento.

Fora isso, há uma crescente demanda dos consumidores de que as marcas com as quais eles interagem conhecem e entendem todas em tempo real.

Uma grande parte dos consumidores acham que é muito importante que as marcas ajustem automaticamente o conteúdo com base no contexto do cliente e outros tantos se aborrecem quando o conteúdo não é personalizado.

A jornada linear do cliente agora é uma coisa do passado, sem mencionar que cada consumidor segue um caminho único para a compra, é óbvio que uma mudança para o alcance de um para um é imperativa. Dessa forma, experiências personalizadas ajudam a criar vínculos emocionais entre um consumidor e uma marca, que por sua vez, impulsionam o engajamento, a lealdade, a repetição de compras e os retornos financeiros de longo prazo.

Evidente que os consumidores precisam estar dispostos a compartilhar pelo menos algumas de suas informações pessoais para que isso aconteça. Muitos dos consumidores estão dispostos a fazê-lo, desde que seja benéfico para eles e seja usado de forma responsável.

Pessoal, embora muitas empresas tenham uma estratégia de personalização, muitas não têm o foco certo e estão usando a personalização como outro instrumento de vendas em vez de oferecer a melhor experiência ao cliente.

Vou elencar algumas abordagens que as empresas podem adotar para atualizar suas estratégias de personalização e melhorar a experiência do cliente.

Remova incoerências e espaços entre departamentos e parceiros.

As instituições devem garantir que os dados coletados por suas unidades de negócios sejam compartilhados incessantemente e nenhum seja desperdiçado. Eles também devem se tornar progressivamente abertos para permitir que os parceiros aproveitem seus dados para criar uma experiência on-line / off-line perfeita para os consumidores.

Considere um cenário em que um cliente visita o site de uma marca de perfumes. Eles mostram interesse em um perfume e preenchem um formulário de preferência. Os detalhes são armazenados em um código QR que pode ser compartilhado com um representante em qualquer loja local. Assim que o cliente compartilhar o código QR com o revendedor local, todos os detalhes e preferências da pessoa estarão disponíveis para o revendedor. Em um clique, o cliente desfruta de uma experiência personalizada sem ter que repetir as preferências.

Faça com que os consumidores participem do processo de personalização.

Peça aos clientes o que eles querem que seja recomendado, em vez de bombardear suas telas com sugestões de venda cruzada ou upselling. A manutenção de um ciclo de feedback para personalização com seus clientes pode ajudar muito a aumentar as taxas de retenção e conversão.

Aumente a personalização da sequência de raciocínio com tomada de decisão humana.

Para certos segmentos de consumidores, como high end, o toque humano pode ser a chave para ganhar a batalha da experiência. Infelizmente, de acordo com uma pesquisa da PwC, grande parte dos consumidores dos EUA acham que as empresas perderam esse contato.

Assim, independentemente da escala ou inovação, as marcas podem chegar à personalização genuína quando combinam um toque humano com suas percepções algorítmicas.

E por fim, interagir a personalização com inteligência artificial e aprendizado de máquina.

Costumo dizer que para os profissionais de marketing que realmente buscam alcançar a individualização em escala, a inteligência artificial (IA) e o aprendizado de máquina (ML) serão suas chaves para o sucesso. Para personalizar em grande escala, grandes volumes de dados devem ser processados de forma confiável e repetível usando modelos ML para decidir a próxima melhor ação para os usuários. A qualidade e a granularidade dos dados usados pelos modelos de ML tornam-se extremamente cruciais para prever uma recomendação significativa para os clientes.

Enfim, os profissionais de marketing precisam decidir se querem aproveitar essas expectativas e liderar a personalização ou se tornarem retardatários e perderem relevância aos olhos dos consumidores.
Pense nisso.
Sergio Mansilha
j’admire, respecte, envie l’égalité, la fraternité et la liberté

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moc

Posted: July 10, 2019 in capacitação, cidadania

MOC por  sendgrid.net

Nº 634: 09 de Julho de 2019:  Feira de Santana-BA
ENCONTRO ESTADUAL DAS JUVENTUDES
Juventudes em ação para elaboração participativa de projeto social

O Movimento de Organização Comunitária (MOC), participou entre os dias 03, 04 e 05 de Julho, do curso para elaboração participativa de projeto social, que faz parte do II Módulo de Diagnóstico Participativo Rural- DRP, com o consórcio das juventudes da Bahia em parceria do MOC, SASOP, EFASE e apoio da TdH. Participaram do encontro as Juventudes acompanhadas pelo MOC, SASOP e EFASE e dois técnicos/as destas Instituições. Essa atividade está sendo realizada por todas essas organizações que comungam das mesmas lutas e por um sertão mais justo e igualitário. O objetivo do encontro foi desenvolver habilidades das juventudes e de técnicos das ONGs do Consórcio, a fim de socializar e refletir sobre o processo de vivência como pesquisadores durante a construção do Diagnóstico Rural Participativo (DRP) – nos territórios, destacando a importância, as lições / aprendizados e significados como primeira etapa de elaboração de projetos sociais. Além de conhecer e formular os marcos referenciais para elaboração de projetos sociais. “O encontro foi mais um passo importante na construção de um projeto social para/com as Juventudes Rurais do Semiárido Baiano, ou seja, jovens sendo protagonista nesse processo. E assim resultou em uma troca maravilhosa de experiências, energia, integração e vivências dos DRPs. O MOC acredita nesta luta e segue resistente Por um Sertão Justo”, frisou a técnica do MOC, Robervânia Cunha. Durante a programação foram feitos alguns encaminhamentos para o próximo módulo que vai ser realizado em agosto, será a continuação desse curso para elaboração de projetos sociais, que tem como ênfase a construção de um projeto junto com a juventude. Foi um encontro com muitas reflexões, muito compromisso, entrega dos jovens que participaram durante os três dias de evento com exibição de filmes, construção dos indicadores, análise da vivência dos DRPs nos territórios, reflexão nos coletivos, atividades Inter módulo, avaliações, místicas, e um momento de lutar por um sertão mais Justo e por um espaço nas comunidades rurais em que eles possam ter protagonismo. Leia matéria completa no site do MOC.
 
PLANEJAMENTO
MOC participou de Oficina de Planejamento do P1MC e do Cisternas nas Escolas em Recife
O Movimento de Organização Comunitária (MOC), participou entre os dias 03 e 05 de Julho, em Aldeia, na região metropolitana de Recife, do Encontro de Planejamento do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e do Projeto Cisterna nas Escolas. Estão presentes organizações executoras dos projetos de cinco estados do semiárido (Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco). Representando o MOC, participaram a Coordenadora Geral do MOC, Célia Firmo e a coordenadora do Programa de Água, Produção de Alimentos e Agroecologia, Ana Glécia. O Encontro de Planejamento do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e do Cisternas nas Escolas são uma das principais ações da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), e vem contribuindo para melhoria da qualidade de vida das famílias que vivem na região semiárida brasileira, garantindo acesso à água de qualidade para o consumo humano e das cisternas nas escolas. A Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), reuniu as organizações sociais que irão executar o projeto cisternas nas escolas com a tecnologia Tc 046/2017, com objetivo de refletir sobre a trajetória da execução das implementações de capitação e armazenamento de água da chuva, com atenção para as comunidades tradicionais, em especial os quilombolas. A ideia é que as comunidades quilombolas sejam priorizadas no atendimento. Esse encontro também tem o intuito de traçar estratégias e pensar junto com os programas, mecanismo de atuação junto ás comunidades quilombolas da região, durante os três dias de planejamento com muita imersão e trocas. Na programação do encontro muitos debates em grupo, diálogos, mesas e avaliações. Leia matéria completa no site do MOC.
 
PROJETO ECOFORTE
Amigas da Caatinga: fortalecimento às produções agroecológicas por uma economia justa para as mulheres do campo
Os empreendimentos ligados à economia solidária são iniciativas coletivas que agregam relações de trabalho afetivo, digno, solidário e com equidade de direitos. Atuam expressivamente nas dimensões econômicas, sociais, ambientais, culturais e territoriais. A prática da economia solidária tem contribuído de forma significativamente para o desenvolvimento das comunidades rurais especialmente para grupo de produções formado por mulheres e tem expandido as oportunidades de emprego e renda. Nesse sentido entidades como o Movimento de Organização Comunitária (MOC), buscam fortalecer e contribuir com o desenvolvimento dos empreendimentos solidários para garantir o melhoramento e ampliação das ações ligadas a organização produtiva de agricultoras familiares além de potencializar a comercialização através do acesso aos mercados, assim como vem sido apresentado e aceito o Projeto Amigas da Caatinga. O projeto é uma ação do Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica – ECOFORTE e tem como objetivo a estruturação de cem Unidades de Referência relacionadas à produção orgânica, extrativista e de base agroecológica nos municípios de Araci, Barrocas, Feira de Santana, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Santanópolis, Santaluz, e Teofilândia. Segundo Marisa Cerqueira, coordenadora do Projeto pelo MOC, relata a motivação das famílias agriculturas. “Todos e todas tem ficado animados com a proposta e demonstraram bastante interesse, visto que é uma oportunidade, especialmente para os/as jovens e as mulheres, que dependem da produção agropecuária e necessitam acessar novos mercados”. Leia matéria completa no site do MOC.
ENCONTRO DE SISTEMATIZAÇÃO
MOC realizou encontro de sistematização com as juventudes
Aconteceu entre os dias 27 e 28 de junho, no município de Retirolândia, um Encontro de Sistematização Territorial da Pesquisa com Juventudes. Esse encontro faz parte do consórcio das juventudes da Bahia entre Movimento de Organização Comunitária (MOC), SASOP, EFASE e com apoio da TdH. Esse encontro teve o objetivo de sistematizar o diagnóstico rural participativo com as juventudes dos territórios Bacia do Jacuípe e Sisal. Além de compartilhar as experiências das juventudes na aplicação do diagnóstico, analisar as categorias do diagnóstico a luz das ferramentas aplicadas e também organizar a instalação pedagógica para socialização no encontro estadual de sistematização. Durante o evento os/as jovens multiplicadores aplicaram as vivências no processo das ferramentas (percepção pessoal-sentimentos), identificaram as informações a partir das ferramentas que respondem as categorias e analisaram os desafios e aprendizados da caminhada do Diagnóstico Rural Participativo (DRP). Aconteceu também uma visita para conhecer os painéis a partir de todas as informações/elementos/dados coletados e foram analisados em forma de carrossel. E ainda ocorreu uma preparação da Instalação Pedagógica para apresentação da Sistematização do II módulo de formação que vai acontecer entre os dias 02, 03 e 04 de julho.
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AGENDE-SE03/07- Encontro com agricultores da Feira Agroecológica – Nova Fátima;
15/07– Encontro com os EES do território do sisal da cadeia produtiva da fruticultura- Serrinha;
23 á 24/07- IV encontro com as entidades de ATER do Bahia Produtiva- Salvador;

comunlq se

Posted: June 10, 2019 in capacitação, carnaval_


Evaristo Costa e William Waack acertam retorno à TV
Dupla de ex-âncoras da Rede Globo foi anunciada como reforço de futura emissora.
Podcast-se
Quando o cliente de agência pede conteúdo
Agências que fazem comunicação corporativa precisam ter resiliência.


Questão ambiental
A imprensa e o Dia Mundial do Meio Ambiente
Geógrafo Victor Correa produz artigo exclusivo para o Comunique-se.


Jovem Pan
Elogios a Chico Buarque estão por trás de afastamento
Historiador Marco Antonio Villa deixou de participar do ‘Jornal da Manhã’.


Alô, focas!
Prêmio Jovem Jornalista abre inscriçõesstyle=”color: #2e78b0;”>Pautas selecionadas contarão com apoio financeiro para suas realizações.


Mercado audiovisual
Cineasta fala sobre direção, financiamento e mercado
Assista à entrevista da Imprensa Mahon com a premiada Laís Bodanzky.


Vice-presidente
Mourão será entrevistado em congresso de jornalismo
General participará de evento da Associação Brasileria de Jornalismo Investigativo.


Futuro promissor?
Carlos Alberto de Nóbrega: a televisão está chata
Apresentador do SBT diz que meio em que trabalha caminha para o fim.
CURSOS ONLINE EM DESTAQUEOs cursos seguem o modelo da Netflix. Você paga R$ 290,00 uma vez e tem acesso a todos os cursos focados em comunicação, assessoria, marketing digital e áreas afins. Saiba mais.
Newsletter do Grupo Comunique-se | 05.06.2019

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Posted: June 7, 2019 in ação social, capacitação, cidadania

 Nº 632 – 06 de Junho de 2019 : Feira de Santana-BA
ATO POLÍTICO
Ato Político reúne agricultores e movimentos sociais pela aprovação da Lei de AgroecologiaMais de 200 agricultores familiares e representantes de movimentos e organizações de todo o estado se reuniram ontem (05/06), Dia Mundial do Meio Ambiente, num ato político para cobrar a aprovação e a implementação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica na Bahia. A iniciativa aconteceu na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), promovida por diversos movimentos sociais, junto à Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia e o deputado estadual Marcelino Galo. O projeto encontra-se atualmente na Casa Civil e há uma pressão da sociedade para que seja encaminhado pelo Governo do Estado para aprovação na Assembleia Legislativa. Pela manhã, a programação contou com a palestra Transição Ecológica – Caminhos da Sustentabilidade, com Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Àbramo, economista e professor da Unicamp. O economista falou sobre a necessidade da transição ecológica para um ambiente sustentável e sobre o atual modelo de consumo. “Não é possível que a produção de bens materiais continue a todo vapor, porque isso significa o esgotamento dos bens naturais e a ameaça da vida. As políticas até hoje criadas só mitigam o problema ambiental, mas não interrompe esse modelo feroz de produção e consumo. É necessário passarmos pela transição ecológica e que esta seja o centro de uma perspectiva de sociedade, seja na educação, saúde ou em outras áreas. Precisamos conversar com as pessoas que é possível viver melhor com menos. O amanhã para existir precisa de uma atitude positiva com o meio ambiente hoje”, aponta. Leia matéria completa no site do MOC. 
AUDIÊNCIA PÚBLICA
Projeto Mulheres da Águas realiza mais uma jornada formativa com mulheres do Semiárido
Aconteceu na terça-feira (21), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador, uma audiência pública sobre os direitos das crianças e dos adolescentes. A audiência discutiu ações para fortalecer e integrar as políticas destinadas à criança e ao adolescente no estado, sendo uma iniciativa das Comissões de Direitos Humanos e Educação da ALBA, em parceria com o Conselho e o Fórum Estadual dos Direitos da Criança e dos Adolescentes (CECA) e (FDCA). O Movimento de Organização Comunitária (MOC) esteve presente na pessoa de Vera Carneiro, presidenta do Conselho Estadual da Craiança e do Adolescente (CECA), técnicas de base, crianças, adolescentes e jovens dos municípios de Retirolândia, Santaluz, Conceição do Coite, Serrinha e Quijingue assistidas pelo MOC. Durante a audiência foram debatidas estratégias para reforçar o trabalho da rede de entidades que atuam em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. Além de parlamentares, participaram representantes de órgãos governamentais e de organizações da sociedade civil da capital e do interior que têm se articulado para enfrentar o contexto de violência, aumento do trabalho infantil, abuso e a exploração sexual, pobreza, volta da fome, além dos efeitos dos cortes das políticas públicas e do orçamento federal. Em uso da palavra, Vera Carneiro trouxe levantamentos sobre a situação de vulnerabilidade das crianças na Bahia e também sobre os processos históricos. ”E quando nós chamamos para uma audiência pública, é porque nós estamos sentindo que o estado da Bahia precisa realmente e isso é uma construção, como diz o Estatuto da Criança e do Adolescente e a própria Constituição Federal, diz que a criança ela precisa ser prioridade, é um dever, uma obrigação, não só do estado como de toda sociedade. Então, aqui tem várias Organizações da Sociedade Cívil aqui presentes, o próprio Fórum, vários conselheiros porque nós entendemos que precisamos realmente dar as mãos no sentido de resistência, de um momento tão importante da conjuntura política que nós vivemos, de destruição dos conselhos ,da destruição da participação popular, da participação direta, da democracia participativa que o conselho é uma expressão dessa constituição de 1988 e de outras formas de participação como essa audiência pública. Nós não podemos permitir que isso seja destruído do nosso país, nós precisamos cada vez mais está fortalecendo e para sair dessa situação que nós estamos somente com os processos mais democráticos, mais participativos e encontrando soluções ”, frisou Vera Carneiro. Leia matéria completa no site do MOC.
REUNIÃO
MOC reúne Diretores e Coordenação Executiva
Aconteceu, dia 29 de maio, na sala de reunião Albertino Carneiro, na sede do Movimento de Organização Comunitária (MOC), reunião com a Diretoria do MOC junto com sua coordenação executiva e coordenadoras dos Programas. Na reunião tratou-se de assuntos institucionais, homenagens e algumas deliberações.
Para o presidente do MOC, Prof. Jorge Nery, que assumiu recentemente a pasta, reiterou agradecimentos e confiança ressaltando a importância da entidade ao logo de seus 50 anos, e que representa uma luta constante em prol dos que mais precisam.Em tempo, convidou Prof. José Jerônimo de Morais, para conduzir a homenagem ao Dr. João Batista, membro e ex-diretor do MOC. Foi entregue uma placa e uma carta contendo passagens bíblicas e referências de seu trabalho, dedicação, respeito e ética diante de suas responsabilidades e comprometimento. Dr. João Batista ressaltou “num espaço que esteja Albertino, Naidson, Prof. Jerênimo, ter interesse de ouvir é de uma grandeza que a gente só pode colher e fazer o bem”. Batista também fez referência a sua missão “a gente escolhe como ajudar as pessoas, eu escolhi, dentre outras ações, fazer minha missão no MOC. O MOC é uma lição de vida”. O presidente relembrou e homenageou da importância do Prof. Ildes Ferreira, que foi técnico e Secretário Executivo do MOC, muito contribuiu na construção da entidade e de ações que transformaram a Semiárido baiano. Albertino Carneiro trouxe lembranças da atuação de Ildes reforçando sua luta e dedicação ao MOC. Leia matéria completa no site do MOC.
ATO DE POSSE
Aconteceu uma Assembleia Geral de Eleição e Posse para nova diretoria do CODETER
Aconteceu na última quinta-feira (30), na cidade de Capela do Alto Alegre-Ba, uma Assembleia Geral de Eleição e Posse, na oportunidade as entidades filiadas votaram para eleger a nova diretoria do Colegiado Territorial de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Jacuípe (CODETER). A eleição contou com a participação de membros da Sociedade Cívil e do Poder Público. Foi eleita a diretoria executiva formada por representantes da Sociedade Cívil, sendo estes Sara Geisa, do Programa de Fortalecimento de Empreendimentos Econômicos Solidários (PFEES) do Movimento de Organização Comunitária (MOC), o Presidente Eliezer Costa da Associação de Pequenos Produtores de Jabuticaba – APPJ MOC e Elizilda Fernandes da Cooperativa de Educação de Pé de Serra. Para Conselho Fiscal, foram eleitos 3 membros titulares e 3 suplentes tanto da sociedade civil como do poder público. A nova diretoria assume os trabalhos para o biênio 2019-2021 e diante do cenário político nacional, o Colegiado terá um árduo caminho de lutas e resistência que permeará na busca de fortalecimento das políticas públicas territoriais. Vale ressaltar que essa é a primeira oportunidade do MOC está integrando o CODETER Bacia do Jacuípe, que será ainda mais importante para ampliar as ações que norteiam as ações sociais da entidade prestadora de Ater, bem como fortalecimento da Política Territorial no Estado.
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AGENDE-SE
05 e 06/06: Plenária Estadual para a preparação da Marcha das Margaridas- Salvador;
06 e 07/06: Reunião RESAB- Juazeiro .
05 á 07/06: Festa da Semente da Paixão- Paraíba;
19/06: Audiência Pública sobre os ATER- Salvador;

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MOC participou de audiência pública sobre os Direitos das Crianças e dos Adolescentes na Bahia

moc

Posted: May 23, 2019 in ação social, capacitação

por  sendgrid.net
ter, 21 de mai 18:03 (há 2 dias)Nº 630: 21 de maio de 2019:  Feira de Santana-BA
NOTA DE PESAR
FALECIMENTO DE ILDES FERREIRA
É com todo pesar que vimos trazer a triste notícia do falecimento de nosso querido amigo Ildes Ferreira, 70 anos, natural do município de Valente (BA), foi sociólogo e militante dos Movimentos Sociais e Populares de Feira de Santana e região. Ildes Ferreira junto a equipe do MOC , registro em maio de 2005    No Movimento de Organização Comunitária (MOC), colaborou desde 1974 atuando, junto com  Albertino Carneiro, como técnico de desenvolvimento comunitário na construção das Associações de Pequenos Agricultores do Estado da Bahia (APAEB’s) nos municípios de Feira de Santana, Ichu, Serrinha, Araci e Valente. Contribuiu nos projetos e programas do MOC, a exemplo do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI); Formação política e organizativa da sociedade civil e na década de 80 foi Secretário Executivo do MOC. Uma pessoa de grande importância na construção do MOC em seus mais de cinquenta anos de atuação. Teve sua contribuição na fundação do Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos (CEAP) além de promover inúmeras formações pelo DISOP Brasil. Atualmente ocupava o cargo como Secretário de Desenvolvimento Social em Feira de Santana. Também foi secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (SECTI), de janeiro de 2007 a agosto de 2009, durante o Governo de Jaques Wagner. Era professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), formado em sociologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 1977), possuía doutorado em Desenvolvimento Urbano e Regional e Mestrado Profissional Territorial.
Leia matéria completa no site do MOC.
 SEMINÁRIO
MOC participa de Seminário Nacional sobre Redes de Agroecologia
Acontece entre os dias 20, 21 e 22 de maio, em Brasília, o Seminário Nacional sobre Redes de Agroecologia para o Desenvolvimento dos Territórios: Aprendizados do Programa Ecoforte, organizado pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), em parceria com a Fundação Banco do Brasil, BNDES e Fundo Amazônia. Estão presentes organizações como o Movimento de Organização Comunitária (MOC) e Redes de todas as regiões do país. O evento tem como principal objetivo de fazer um resgate histórico sobre o Ecoforte, suas contribuições e desafios, bem como refletir sobre os novos projetos que iniciam no Programa em 2019. A programação conta com apresentação das novas redes que estão iniciando projetos, no âmbito do segundo Edital Redes Ecoforte, apresentação dos resultados gerais das Sistematizações das Redes de Agroecologia apoiadas pelo programa, carrosséis sobre os resultados, debates, plenárias e entre outras atividades. A Coordenadora Geral do MOC, Célia Firmo, apresentou sobre a Rede de Produtoras da Bahia, que receberá o apoio do Projeto Ecoforte. O Ecoforte visa o fortalecimento e a ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. O Programa é fruto de diálogo e articulação com órgãos do governo e movimentos sociais do campo, valorizando conhecimentos tradicionais e as diversas tecnologias sociais que viabilizam a agricultura de base agroecológica em comunidades rurais.
JUVENTUDES
MOC participou do
Durante os dias 15 e 16 de maio, aconteceu em Feira de Santana, um Encontro Interterritorial de Juventudes, reunindo jovens acompanhados/as pelo MOC, SASOP e EFASE na parceria com TdH Suisse, que visa apoiar uma ação consorciada dessas entidades para fortalecer a luta do protagonismo juvenil, através de um projeto social feito pela/com as Juventudes Rurais. A atividade contou com a mediação de Alexandre Merrem e com a participação de equipes técnicas das instituições. Essa primeira etapa, faz parte do processo de formação e preparação para a construção desse projeto e teve como objetivo “capacitar as Juventudes dos territórios de atuação do Consórcio a fim de conhecer a realidade em que vivem, por meio das vivências do método Diagnóstico Rural Participativo (DRP), para utilizarem nos territórios. Foram dois dias intensos e produtivos, de muitos saberes, alegrias e experiências compartilhadas e somadas na bagagem de cada um/uma, em especial uma série de ferramentas metodológicas fantásticas (mapa diário, registros fotográficos e vídeos, mapa falado, matriz de hierarquização, mapa da realidadeXsonhos, entre outras), para iniciar o primeiro passo no retorno para os municípios/comunidades, nas quais realizaram os diagnósticos. Processos que serão apresentados na segunda etapa de formação em Julho deste ano.
ENCONTRO
MOC participa do I Encontro de Educação do Campo
O Movimento de Organização Comunitária (MOC), diante da sua visão busca ser referência em suas áreas temáticas de atuação. Diante disso são muitos os frutos colhidos em 52 anos de existência. Um deles tem sido o trabalho realizado através da Educação do Campo Contextualizada. No MOC, o Programa de Educação do Campo Contextualizada (PECONTE), há mais de 20 anos, desenvolve ações em que os sujeitos tenham acesso aos direitos à educação contextualizada. Nessa perspectiva, colher os frutos plantados nesse período é compreender que a ação ligada a educação do campo persiste, dia após dia, diante de suas práticas que busca unir escola e comunidade, saber e necessidade, conhecimento e desenvolvimento para provocar mudanças na realidade. Experiências fortemente encontradas nos mais diversos lugares do Território do Sisal da Bahia. Mas, em meio a tantas experiências e conquistas há uma grande necessidade se discutir e fortalecer ainda mais a Educação do Campo. Nesse intuito o Instituto Federal Baiano de Serrinha, promoveu o Primeiro Encontro de Educação do Campo, desenvolvendo a temática “Tecendo Fios da Educação do Campo no Território do Sisal”, que aconteceu no campus de Serrinha, dia 16 de maio de 2019. Momento importante para o MOC em ver a força da educação do Campo sendo debatida e fortalecida nos espaços de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – IF Baiano.
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AGENDE-SE
21 a 24/05 – Realização 2º Módulo do Projeto Mulheres das Águas e Finalização do Diagnóstico Rural Participativo – Araci;
30 e 31/05- Encontro das comissões de água – Projeto 2ª Água – Serrinha;

comporte se

Posted: May 11, 2019 in capacitação, comportamento

Antes de ser um excelente profissional, seja um bom ser humano! Capa Colunistas
Antes de ser um excelente profissional, seja um bom ser humano!
Direitos autorais da imagem de capa: stockbroker / 123RF Imagens MARCEL CAMARGO 

Marcel Camargo

Marcel Camargo • 7 de outubro de 2017

Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung)
A questão principal a ser respondida, ao se escolher um ramo profissional a se seguir, não deveria se relacionar tão somente às habilidades e competências das pessoas, mas, principalmente, ao fato de o indivíduo gostar ou não de gente. Quem não gosta de lidar com pessoas deve procurar uma ocupação que possa ser realizada isoladamente, com o mínimo de interação pessoal. Isso é fato.
Quando lidamos com o público, estaremos diante de seres humanos que carregam, em si, histórias diversas e que passam por momentos que nem sempre são bons. Quase ninguém, por exemplo, procura um médico porque está se sentindo ótimo e feliz. Quem vai a uma consulta médica está doente, sofrendo, com dor e medo, ou seja, estará fraco e vulnerável, precisando de atenção, de força e de esperança. Ninguém, em sã consciência, opta por sofrer, por ficar doente e triste. Por isso é que não dá para aceitar situações em que o médico trata mal o paciente, com uma rispidez desmedida, sem ao menos olhar nos olhos de quem sofre ali na sua frente, sem nem tocar no paciente..
Da mesma forma, dá-se o relacionamento entre advogado e cliente, uma vez que a grande maioria das pessoas que procuram por serviços jurídicos está prestes a enfrentar batalhas judiciais desgastantes, que podem determinar a qualidade de suas vidas dali em diante. Quem nunca foi maltratado ao ser atendido em algum balcão de banco, em algum guichê de serviço público, entre outros? Como entender quando um vendedor parece querer expulsar da loja quem está ali exatamente para dar lucro ao estabelecimento?.
Quem atravessa tempestades e enfrenta dificuldades possui menos força para se defender, para se posicionar, haja vista a sua autoestima já se encontrar alquebrada. Dificilmente, nesse caso, essa pessoa terá como fazer valer os seus direitos mínimos de cidadão. Por isso, é covardia descontar os próprios problemas em quem não tem nada a ver com eles, desaguando mau humor e cara feia frente a quem, muitas vezes, necessita exatamente do contrário, a quem somente gostaria de alguém que o enxergasse e lhe sorrisse.
Colocar-se no lugar de quem está ali na sua frente é o mínimo a ser feito quando se lida com pessoas.
Pessoas não são robôs, não são experimentos, não são de ferro, portanto, não são obrigadas a ter que enfrentar, além das próprias escuridões, o vazio desesperançoso de quem deveria lhes ajudar. Dá para ser útil sem ter que interagir com os outros, cozinhando na cozinha de um restaurante, pesquisando em laboratórios, entre várias opções. Somente se proponha a lidar com gente quando você souber se comportar como gente. Simples assim..____________

Graduado em Letras e Mestre em “História, Filosofia e Educação” pela Unicamp/SP, atua como Supervisor de Ensino e como Professor Universitário e de Educação Básica. É apaixonado por leituras, filmes, músicas, chocolate e pela família.
* Saiba como escrever para o site O SEGREDO.CapaColunistasMARCEL CAMARGO


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Dilma Resistente