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Posted: August 2, 2016 in Qualidade.com__, saúde

Professora do Centro Universitário Estácio ressalta a importância da amamentação para imunidade do bebê
 ___ mestra em Alimentos, Nutrição e Saúde, Andréa Oliveira, afirma que o leite materno possui todos os elementos nutricionais necessários para o desenvolvimento do bebê, além de estreitar a relação entre mãe e filho 

Salvador, 02 de agosto de 2016 – De 01 a 07 de agosto comemora-se a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Este ano, a campanha tem como tema “Amamentação e desenvolvimento sustentável” e tem como objetivo sensibilizar as pessoas sobre a importância da amamentação. A mestra em Alimentos, Nutrição e Saúde e professora do curso de Nutrição do Centro Universitário Estácio da Bahia, Andréa Oliveira, ressalta o quanto a amamentação é necessária para a saúde do bebê.
De acordo com a professora, a amamentação ao seio materno constitui a melhor forma de alimentar o recém-nascido. “O leite humano é um alimento completo. Ele contém água e todos os elementos nutricionais necessários ao desenvolvimento neuropsicomotor da criança. Além disso, ele reforça a imunidade do bebê e estreita a relação entre mãe e filho”, explica Andréa.
A Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil recomendam que o aleitamento materno seja a forma exclusiva de alimentação da criança até o seu sexto mês de vida. A partir deste período, as necessidades nutricionais precisam ser complementadas com a introdução de novos alimentos, mas o leite materno deve continuar fazendo parte da dieta infantil e sendo a única fonte láctea até os dois anos de idade.
“Evidências científicas apontam que a amamentação exclusiva ao seio materno nos primeiros seis meses e prolongada de forma complementar até os dois anos de vida é capaz de conferir saúde, crescimento físico e desenvolvimento cognitivo adequados e auxiliar na prevenção doenças crônicas, como obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, osteoporose, e alguns tipos de câncer”, diz Andréa.
Andréa afirma, que um dos principais mitos relacionados à amamentação é de que o leite materno é fraco e insuficiente para satisfazer as necessidades do bebê. “Essa crença pode fazer com que outras fontes alimentares sejam introduzidas de forma muito precoce, levando muitas vezes à interrupção da prática de amamentar ao seio”, diz.
 A especialista em nutrição materna e infantil ressalta que o uso de outros leites ou fórmulas industrializadas em substituição ao leite materno não é aconselhável, pois o leite humano é específico e por isso mais adaptado às condições de maturidade ou imaturidade do aparelho gastrointestinal, renal e hepático do bebê. “Essa substituição pode acarretar sobrecarga ao organismo da criança e estimular o desenvolvimento de alergias e disfunções gastrointestinais e aumento do risco de infecções alimentares por conta da manipulação do alimento, da higienização dos utensílios e da qualidade da água utilizada no preparo”,
“Se por algum motivo a criança não tiver acesso ao leite materno, recomenda-se a utilização dos estoques dos Bancos de Leite Humano (BHL). Por isso, as fórmulas só devem ser utilizadas para aquelas crianças que a amamentação ao seio estiver contraindicada ou não houver acesso aos BLH”, complementa.
A professora ainda aconselha que é importante que toda família esteja envolvida e que os profissionais de saúde sejam  capacitados a auxiliar o binômio mãe-filho a estabelecer e prolongar o aleitamento ao seio materno, pois amamentar é um investimento para toda a vida.
Sobre a Estácio
A Estácio, uma das maiores e mais respeitadas organizações educacionais do Brasil completa este ano 45 anos de atuação no segmento de ensino superior. Fundada em 1970 no Rio de Janeiro, a Estácio está, hoje em dia, presente em 22 estados e no Distrito Federal, contando com mais de 536 mil alunos matriculados e uma estrutura de cinco mil colaboradores e nove mil professores.
A Estácio oferece cursos reconhecidos pelo MEC, com elevados conceitos de qualidade, nas modalidades presencial e a distância, de Graduação (Tradicional e Tecnológica) e Licenciatura, nas áreas de Ciências Exatas, Biológicas e Humanas e, também, cursos de pós-graduação lato sensu. Os cinco cursos de Mestrado e três de Doutorado (Direito, Odontologia e Educação) oferecidos pela instituição, são avaliados com elevados conceitos de qualidade pelo MEC (CAPES). São, também, desenvolvidos e ofertados pela instituição cursos técnicos de preparação (PRONATEC), soluções de educação para empresas e cursos de extensão.
Cada vez mais comprometida com sua missão de “Educar para Transformar”, a Estácio mantém seus currículos totalmente alinhados com as necessidades do mercado de trabalho e a evolução profissional dos nossos alunos e aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado.  Respeitadas as regionalidades e a contribuição individual de cada professor, o modelo de ensino da Estácio é nacionalizado e os conteúdos padronizados. Todos os alunos recebem material didático gratuito, de alto nível, em uma cadeia totalmente sustentável.
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