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Posted: May 13, 2016 in economia e negócios, sei_estudos e estatísticas

sei_logoVolume de serviços na Bahia cai 8,1% em março de 2016
Os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e analisada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), o volume de serviços marcou, em março de 2016, decresceu 8,1%, na comparação com março de 2015. O indicador acumulado no ano retraiu 8,2% , enquando o acumulado em 12 meses caiu 7,8%.
Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em março de 2016, decréscimo de 2,4%. O indicador acumulado no ano retraiu 2,4%, enquanto o acumulado em 12 meses caiu 2,6%.
Todas as atividades provocaram queda no setor, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, exceto Serviços prestados às famílias, que apresentou expansão de 2,2%. Quanto às atividades que retraíram, cabe destacar os resultados para Outros serviços e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que registraram as maiores retrações, 23,1% e 11,0%, respectivamente.
A receita nominal de serviços, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, registrou queda de 2,4% com destaque para Outros serviços (-17,1%); Serviços de informação e comunicação (-4,5%); e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-4,2%).
O resultado acumulado do volume, no primeiro trimestre de 2016, retraiu 8,2% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-16,9%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-13,5%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-8,5%); e Serviços de informação e comunicação (-5,8%); com ampliação nos Serviços prestados às famílias (0,9%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 2,4% em relação ao mesmo período anterior. Nesta análise, todas as atividades apresentaram queda, exceto Serviços prestados às famílias que avançou 8,4%.
Os resultados acumulados do volume, nos últimos doze meses, retraíram 7,8% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-20,2%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-15,4%); Serviços de informação e comunicação (-6,6%); Serviços prestados às famílias (-3,2%); e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-3,5%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 2,6% em relação ao mesmo período anterior. Nesta análise, as atividades de Outros serviços; Serviços profissionais, administrativos e complementares; e Serviços de informação e comunicação decresceram 13,4%, 8,8% e 4,2%, respectivamente. Em sentido oposto, os Serviços prestados às famílias (5,3%) e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,5%) marcaram expansão.
Dos dados do volume de serviços por Unidades da Federação, em março de 2016, na comparação com igual mês de 2015, apenas seis apresentaram variações positivas, com destaque para Tocantins (9,3%), Roraima (7,3%), Rondônia (6,9%), Distrito Federal (4,1%), e Alagoas (0,2%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações negativas no volume foram: Amazonas (-16,3%), Amapá (-15,3%), e Maranhão (-11,7%).
Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que ampliaram a receita nominal de serviços foram: Tocantins (15,2%), Rondônia (12,8%), e Roraima (11,4%). Por outro lado, as Unidades que apontaram mais intensamente variações negativas na receita foram: Amapá (-13,3%), Amazonas (-12,8%), e Paraíba (6,8%).
O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente para o Pernambuco (1,6%), e no Ceará (0,7%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram de Santa Catarina (-11,8%), Paraná (-10,4%), e Bahia (-6,1%).
A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, ampliaram em todas as unidades, exceto Distrito Federal (-3,2%), Santa Catarina (-1,7%) e Paraná (-0,8%). Nesta análise, a Bahia apontou expansão de 1,7%.

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